Ney Franco se diz "exposto" após ofensas por manter Ganso na reserva
Fonte Gazeta Esportiva
17 de Março de 2013
Quando a partida contra o Oeste estava para começar, neste domingo, Ney Franco disse à beira do gramado do Morumbi que não explicaria a decisão de deixar Paulo Henrique Ganso na reserva do São Paulo para “não chover no molhado, pois já estava chovendo muito”. A chuva cessou no decorrer da tarde. As críticas ao técnico por manter o meia no banco, não.
“O Ganso era uma opção no banco do São Paulo. Fiz três substituições hoje, e achei interessante colocar outros jogadores (Douglas, Aloísio e Cañete entraram nos lugares de Wellington, Jadson e Wallyson). Foi opção minha. O Ganso vem treinando, trabalhando”, minimizou Ney Franco.
Boa parte dos são-paulinos que foram ao Morumbi deixaram claro que preferiam ver Ganso “jogando” ao invés de apenas “treinando”. O apelido do atleta foi gritado pelo público com intensidade mesmo depois que Ney Franco fez a sua última alteração possível na complicada vitória por 3 a 2 sobre o modesto Oeste.
“Não sei interpretar a reação da torcida. Eles podem ter gritado para dar força ao jogador ou para criticar o treinador. Estou exposto”, lamentou, ciente de que a situação não deverá mudar muito pelo menos até 4 de abril, data do aguardado jogo com o The Strongest, na Bolívia. “Enquanto a gente não conseguir bons resultados na Libertadores, vou precisar conviver com isso.”
Mesmo contrário à presença de Ganso em campo neste fim de semana, Ney Franco não discordou totalmente de quem o vaiou. “Tenho que concordar que fizemos um primeiro tempo razoável e que o segundo foi abaixo das expectativas de todos. Fiquei satisfeito só com o resultado. Entendo o momento que estamos vivendo e respeito as manifestações, até porque não estamos bem na competição internacional”, concluiu o exposto treinador do São Paulo.
“O Ganso era uma opção no banco do São Paulo. Fiz três substituições hoje, e achei interessante colocar outros jogadores (Douglas, Aloísio e Cañete entraram nos lugares de Wellington, Jadson e Wallyson). Foi opção minha. O Ganso vem treinando, trabalhando”, minimizou Ney Franco.
Boa parte dos são-paulinos que foram ao Morumbi deixaram claro que preferiam ver Ganso “jogando” ao invés de apenas “treinando”. O apelido do atleta foi gritado pelo público com intensidade mesmo depois que Ney Franco fez a sua última alteração possível na complicada vitória por 3 a 2 sobre o modesto Oeste.
“Não sei interpretar a reação da torcida. Eles podem ter gritado para dar força ao jogador ou para criticar o treinador. Estou exposto”, lamentou, ciente de que a situação não deverá mudar muito pelo menos até 4 de abril, data do aguardado jogo com o The Strongest, na Bolívia. “Enquanto a gente não conseguir bons resultados na Libertadores, vou precisar conviver com isso.”
Mesmo contrário à presença de Ganso em campo neste fim de semana, Ney Franco não discordou totalmente de quem o vaiou. “Tenho que concordar que fizemos um primeiro tempo razoável e que o segundo foi abaixo das expectativas de todos. Fiquei satisfeito só com o resultado. Entendo o momento que estamos vivendo e respeito as manifestações, até porque não estamos bem na competição internacional”, concluiu o exposto treinador do São Paulo.
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