Insatisfeito, Ganso diz: 'Ninguém gosta de sair, mas quem manda é o Ney'
Sacado no começo do segundo tempo, meia foi para o banco reclamando e demonstrando descontentamento. Camisa 8, porém, não quis polemizar após o clássico
Fonte Lancenet
10 de Março de 2013
por Rubens Chiri / saopaulofc.net
O meia Paulo Henrique Ganso deixou o gramado do Morumbi após o clássico entre São Paulo e Palmeiras, neste domingo, insatisfeito. Substituído aos sete minutos do segundo tempo, quando deu lugar para Jadson, o camisa 8 foi para o banco de reservas reclamando e atirou um copo d'água no chão.
Nas entrevistas depois do Choque-Rei, no entanto, o jogador não quis entrar em polêmica e disse aceitar a escolha do técnico.
- O treinador é o Ney (Franco) e ele vai tirar quem acha que deve tirar. Não (fica chateado), sou atleta do clube e vou ajudar quando estiver dentro de campo - afirmou.
No entanto, o ex-santista analisou como positiva a sua atuação contra o Palmeiras.
- Tenho de me esforçar cada vez mais. Estava até bem na partida, deixei o Luis Fabiano na cara do gol, mas até pela expulsão (do Lúcio, aos 4 do segundo tempo) acho que isso (substituição) aconteceu. Joguei bem, participei do jogo tocando a bola, envolvendo o adversário. Faltou o gol - comentou Ganso, antes de completar:
- Nenhum jogador quer sair, mas o treinador é o Ney Franco, ele que decide quem sai.
Ganso e o elenco tricolor se reapresentam nesta segunda-feira à tarde, já visando o duelo contra o Arsenal (ARG), quinta-feira, na Argentina.
O meia Paulo Henrique Ganso deixou o gramado do Morumbi após o clássico entre São Paulo e Palmeiras, neste domingo, insatisfeito. Substituído aos sete minutos do segundo tempo, quando deu lugar para Jadson, o camisa 8 foi para o banco de reservas reclamando e atirou um copo d'água no chão.
Nas entrevistas depois do Choque-Rei, no entanto, o jogador não quis entrar em polêmica e disse aceitar a escolha do técnico.
- O treinador é o Ney (Franco) e ele vai tirar quem acha que deve tirar. Não (fica chateado), sou atleta do clube e vou ajudar quando estiver dentro de campo - afirmou.
No entanto, o ex-santista analisou como positiva a sua atuação contra o Palmeiras.
- Tenho de me esforçar cada vez mais. Estava até bem na partida, deixei o Luis Fabiano na cara do gol, mas até pela expulsão (do Lúcio, aos 4 do segundo tempo) acho que isso (substituição) aconteceu. Joguei bem, participei do jogo tocando a bola, envolvendo o adversário. Faltou o gol - comentou Ganso, antes de completar:
- Nenhum jogador quer sair, mas o treinador é o Ney Franco, ele que decide quem sai.
Ganso e o elenco tricolor se reapresentam nesta segunda-feira à tarde, já visando o duelo contra o Arsenal (ARG), quinta-feira, na Argentina.
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