Ney Franco revela meta ousada por classificação antecipada
Fonte Gazeta Esportiva
12 de Fevereiro de 2013
Ney Franco confia no potencial de seus comandados para encaminhar classificação ainda no turno do grupo 3
O São Paulo sabe que não terá vida fácil nesta quarta-feira contra o Atlético-MG. Calejado pelos vacilos do duelo de volta contra o Bolívar, o time do Morumbi viaja para Belo Horizonte preparado para segurar os ânimos do Galo, de volta à Copa Libertadores da América depois de 13 anos. Apesar das dificuldades, Ney Franco está confiante e quer terminar o turno do grupo 3 com 100% de aproveitamento.
O treinador que chegou a colocar o adversário da estreia em um patamar acima do Tricolor quer começar a competição com vitória. Mas um empate na Arena Independência não é descartado pelo comandante. “Prefiro tentar somar nove pontos, mas se ficar com sete está bom. Mas nossa meta é nove e precisamos vencer esse jogo contra o Galo, que é fundamental para classificarmos o mais rápido possível”, projetou.
Sem vaidade por um jogo bonito, o técnico não quer rotular os possíveis resultados diante do Galo. O comandante são-paulino lembra que uma boa atuação pode ser castigada com um gol no final ou irregular, e um jogo desastroso pode ser festejado com um gol de sorte. Além disso, lembrou que mesmo um tropeço em Minas pode ser compensado com as partidas em casa contra The Strongest-BOL (28 de fevereiro) e Arsenal de Sarandí-ARG (7 de março).
“Acho que tudo depende das circunstâncias. Se estivermos ganhando e tomar a virada, como foi contra o Bolívar, será ruim. Mas analisar que fomos buscar a classificação, foi bom. De repente você está ganhando o jogo, está bem na partida e toma um gol e diz que foi ruim. Ou então joga mal, segura um empate e diz que foi bom. Tudo fica condicionado para os jogos futuros, que tem dois em casa”, destacou Ney Franco, que fechou os treinos desta semana para a imprensa.
E para emplacar a meta ousada imposta pelo técnico, o São Paulo terá de provar que aprendeu com os erros e acertos da Pré-Libertadores. “Fizemos um bom primeiro tempo na Bolívia e fomos infinitamente superiores no Morumbi. E isso é positivo. De negativo tem a virada que tomamos no segundo tempo em La Paz”, analisou o treinador, que deixou um recado para seus comandados: “Sofremos uma queda de rendimento que não pode acontecer na Libertadores.”
O São Paulo sabe que não terá vida fácil nesta quarta-feira contra o Atlético-MG. Calejado pelos vacilos do duelo de volta contra o Bolívar, o time do Morumbi viaja para Belo Horizonte preparado para segurar os ânimos do Galo, de volta à Copa Libertadores da América depois de 13 anos. Apesar das dificuldades, Ney Franco está confiante e quer terminar o turno do grupo 3 com 100% de aproveitamento.
O treinador que chegou a colocar o adversário da estreia em um patamar acima do Tricolor quer começar a competição com vitória. Mas um empate na Arena Independência não é descartado pelo comandante. “Prefiro tentar somar nove pontos, mas se ficar com sete está bom. Mas nossa meta é nove e precisamos vencer esse jogo contra o Galo, que é fundamental para classificarmos o mais rápido possível”, projetou.
Sem vaidade por um jogo bonito, o técnico não quer rotular os possíveis resultados diante do Galo. O comandante são-paulino lembra que uma boa atuação pode ser castigada com um gol no final ou irregular, e um jogo desastroso pode ser festejado com um gol de sorte. Além disso, lembrou que mesmo um tropeço em Minas pode ser compensado com as partidas em casa contra The Strongest-BOL (28 de fevereiro) e Arsenal de Sarandí-ARG (7 de março).
“Acho que tudo depende das circunstâncias. Se estivermos ganhando e tomar a virada, como foi contra o Bolívar, será ruim. Mas analisar que fomos buscar a classificação, foi bom. De repente você está ganhando o jogo, está bem na partida e toma um gol e diz que foi ruim. Ou então joga mal, segura um empate e diz que foi bom. Tudo fica condicionado para os jogos futuros, que tem dois em casa”, destacou Ney Franco, que fechou os treinos desta semana para a imprensa.
E para emplacar a meta ousada imposta pelo técnico, o São Paulo terá de provar que aprendeu com os erros e acertos da Pré-Libertadores. “Fizemos um bom primeiro tempo na Bolívia e fomos infinitamente superiores no Morumbi. E isso é positivo. De negativo tem a virada que tomamos no segundo tempo em La Paz”, analisou o treinador, que deixou um recado para seus comandados: “Sofremos uma queda de rendimento que não pode acontecer na Libertadores.”
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