Juvenal descarta loucura por reforços e prevê falência de cariocas
Presidente do São Paulo diz que clubes do Rio quebrarão se continuarem pagando salários elevados e pede maior controle aos dirigentes
Fonte Globo Esporte
Por João Eduardo
O cofre do São Paulo foi recheado com R$ 117 milhões pela venda de Lucas ao Paris Saint-Germain, mas o presidente tricolor, Juvenal Juvêncio, garante que não cometerá exageros para reforçar o elenco. O dirigente projetou ainda que alguns clubes do Rio de Janeiro irão à falência em virtude de gastos excessivos com salários de jogadores.
- Eu estou assustado com alguns clubes brasileiros, sobretudo os do Rio de Janeiro. O que eles pagam não podem pagar. Eles não podem fazer isso. Vão quebrar! - afirmou o mandatário durante o lançamento dos novos uniformes do Tricolor, nesta quinta-feira, no Morumbi.
Juvenal cobrou mais responsabilidade dos diretores dos clubes para administrar as finanças. Segundo ele, o caixa não pode sofrer com desmandos para atender o lado passional de quem comanda o departamento de futebol.
- Vai ter uma sexta-feira 13 em que eles vão quebrar. Nós devemos ter cautela. Sei que meu discurso vai contra a emoção, mas dirigente precisa ter razão - ressaltou.
O presidente do São Paulo descarta fazer grandes investimentos em salários para contratar atletas renomados. A diretoria tricolor estipulou um teto de R$ 300 mil para o elenco profissional. Alguns atletas podem receber acima disso, mas apenas se o clube tiver a ajuda de investidores.
- Eu, quando converso com um jogador desses, digo de cara que não temos dinheiro para pagar. Imagino que ele já esteja rico e que vem para ganhar o nosso salário. Temos um teto. Não nos vangloriamos disso, mas não pagamos mais. Não podemos e não devemos.
- Eu estou assustado com alguns clubes brasileiros, sobretudo os do Rio de Janeiro. O que eles pagam não podem pagar. Eles não podem fazer isso. Vão quebrar! - afirmou o mandatário durante o lançamento dos novos uniformes do Tricolor, nesta quinta-feira, no Morumbi.
Juvenal cobrou mais responsabilidade dos diretores dos clubes para administrar as finanças. Segundo ele, o caixa não pode sofrer com desmandos para atender o lado passional de quem comanda o departamento de futebol.
- Vai ter uma sexta-feira 13 em que eles vão quebrar. Nós devemos ter cautela. Sei que meu discurso vai contra a emoção, mas dirigente precisa ter razão - ressaltou.
O presidente do São Paulo descarta fazer grandes investimentos em salários para contratar atletas renomados. A diretoria tricolor estipulou um teto de R$ 300 mil para o elenco profissional. Alguns atletas podem receber acima disso, mas apenas se o clube tiver a ajuda de investidores.
- Eu, quando converso com um jogador desses, digo de cara que não temos dinheiro para pagar. Imagino que ele já esteja rico e que vem para ganhar o nosso salário. Temos um teto. Não nos vangloriamos disso, mas não pagamos mais. Não podemos e não devemos.
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