
Após a partida, o camisa 9 cogitou abandonar o futebol e disse viver uma das noites mais tristes de sua vida. “Me precipitei um pouco. Sem dúvida, essa é uma das piores noites da minha vida depois da morte do meu avó. Será complicado dormir e, nessas horas, dá vontade de parar de jogar. Claro que não farei isso, mas é a melhor definição”, lamentou o centroavante, que não poderá participar da decisão, no Morumbi, na próxima semana.
“Estava bem no jogo e prejudiquei a equipe. Não poder jogar o próximo jogo é complicado, porque sei que nunca mais terei uma final de competição internacional como essa. Não terei mais essa oportunidade”, lamentou o jogador.
Após o duelo, o presidente Juvenal Juvêncio minimizou o fato e afirmou que não terá nenhuma punição de 'cabeça quente'. “Hoje, não falaremos nada sobre isso. Se eu não gostei? Não gostei. É um jogador importante? Muito e foi um prejuízo enorme. Esse tipo de coisa a gente tem que pensar com calma”, disse o cartola, que teve a opinião compartilhada pelo diretor de futebol do clube, Adalberto Baptista.
“Essa avaliação nós faremos internamente, mas a equipe deles catimbou o jogo inteiro. Primeiro, vamos chegar em São Paulo e, depois, decidiremos isso”, disse o dirigente.