Logo pela manhã, tive uma sensação estranha, pensei que era algum leve terremoto, mas ninguém que estava por perto sequer se manifestou sobre a possibilidade. Achei que era algo da minha cabeça e desconsiderei o fato.
Ao longo da tarde, por diversas vezes, novamente voltei a ter a sensação de quando se desce de um barco, após um bom tempo no mar. Os chilenos que trabalham na Universidad Católica, novamente, seguiam sem esboçar reação.
Mas, às 18h40 do horário de Santiago (19h40 no Brasil), não fui o único a perceber. Quando o colega chileno falou para eu olhar nos troféus que tremiam.
Segundo ele, o abalo deve ter sido de cerca de 5 pontos na escala Ricther. Foi leve, não me causou medo e não derrubou nada. Pelo contrário, fiquei feliz por ter a certeza de que não estava louco.
Meu voo foi à noite e não tive a chance de ver com detalhes a Cordilheiras dos Andes. O dia nublado, o que também não ajudou a vê-la da cidade. Fui “recompensado” com o terremoto. Mas a intensidade de ontem já está de bom tamanho.
Diário de viagem: Balançou o dia todo para mim
Fonte Lancenet
21 de Novembro de 2012
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