
No primeiro semestre, o camisa 17 foi preterido pelo treinador em algumas rodadas do Campeonato Paulista e nem sequer era relacionado para o banco de reservas.
“Fiquei triste pelo momento e pelas oportunidades que não me foram dadas, porque eu esperava mais”, revelou o atacante, nesta terça-feira, à reportagem do MARCA BRASIL.
Mas, apesar de insatisfeito, Osvaldo seguiu trabalhando para mostrar que tinha potencial.
“Sempre respeitei o Leão e continuei com humildade. Fui desenvolvendo o meu trabalho e as coisas melhoraram com a chegada do Ney (Franco)”, completou o atleta, de 25 anos, que custou R$ 4,6 milhões ao cofres do clube.
De acordo com o ex-atleta do Ceará, um dos destaques do Brasileirão na temporada passada, a concorrência para se firmar na equipe, na Era Leão, pode ter sido preponderante por ele ter ficado fora de alguns jogos.
“Na época tinha o Fernandinho (hoje no Al-Jazera, dos Emirados Árabes) e o Willian José sempre entrava bem no time. Na verdade, quando cheguei, no fim de janeiro, sabia que jogar pelo São Paulo seria difícil. A qualidade do elenco, principalmente no ataque, é muito grande”, completou.
Agora em alta, Osvaldo só quer saber de curtir a boa fase no Tricolor.
“É o momento de crescer ainda mais, porque estou muito feliz no São Paulo”, finalizou o atacante.