“O fator determinante para o resultado foi o pênalti”, reclamou o goleiro são-paulino, aumentando as críticas a Péricles Bassols. “Tivemos um pênalti no Ademilson não marcado no primeiro tempo. É preciso ter critério. Ou o árbitro dá para os dois ou não dá para nenhum”, acrescentou Ceni.
Autor do gol de empate do São Paulo, o atacante Osvaldo foi mais um a chiar: “Não foi pênalti. O árbitro se precipitou. Todo mundo viu que o Rafinha se jogou. Até cercamos o árbitro, mas o juiz foi na dele”.
Já o meia-atacante Lucas evitou ser muito efusivo. “O pênalti foi meio duvidoso, mas não podemos fazer nada. Devemos trabalhar para o clássico agora”, projetou o jogador, referindo-se à partida contra o Palmeiras, a próxima do São Paulo no Campeonato Brasileiro.
O zagueiro Rhodolfo não cometeu apenas pênalti sobre Rafinha, na visão da arbitragem. O defensor são-paulino ainda foi punido com dois cartões amarelos, acabou expulso e prejudicou a reação de sua equipe. “Mas, mesmo com um a menos, fomos melhores do que o Coritiba no final”, avaliou Rogério Ceni.