Na matemática de Ney Franco, a fórmula para fazer o São Paulo encostar de vez no topo é seguir os passos do Galo na primeira metade da competição. Ou seja, somar pelo menos 43 dos 57 que ainda estão à disposição, em uma meta ambiciosa de 75,4% de aproveitamento no segundo turno para um time que hoje tem 54%. Além da lição de casa, o comandante são-paulino ainda espera contar com as oscilações naturais das quatro equipes que hoje figuram na frente do Tricolor na tabela.

“O São Paulo já fez isso uma vez (em 2008, quando reverteu uma diferença de 11 pontos para ser campeão). Vamos buscar fazer o nosso papel, mas logicamente tem equipes que estão muito bem, como o Atlético-MG, o Fluminense e o Grêmio também. No mínimo, temos que somar mais 43 ou 46 pontos para lutar pelo título”, avaliou Ney Franco, que ainda completou:
“E saindo da briga pelo título, tem ainda a Libertadores. E com um detalhe: temos que buscar as três primeiras colocações porque se um clube brasileiro vencer a Sul-Americana, vão restar apenas três vagas na Libertadores através do Brasileiro”, acrescentou o comandante do Tricolor.
Na noite desta quinta, o Tricolor entra em campo com uma única mudança em relação ao clássico do último domingo. Cortez, que cumpriu suspensão, volta ao time na vaga de Paulo Miranda, que nas últimas partidas atuou improvisada nas laterais.