
Com 59 dribles em apenas sete jogos, o camisa 7 do Tricolor encabeça com folga a lista dos atletas mais ariscos do Campeonato Brasileiro. Em números absolutos, tem sete a mais que Bernard, do Atlético-MG, o vice-líder do quesito com 52 em 17 partidas. E quando considerada apenas a média, o são-paulino ostenta 8,4 dribles certos por jogo, novamente bem acima do vice-líder Neymar, com 6,6 por partida.
Mesmo sem ter a responsabilidade de fazer os gols da equipe, Lucas soma dez neste ano pelo Tricolor. Mas, principalmente, abre espaços para seus companheiros buscarem as redes.
“Jogar com ele é muito diferente. O Lucas é um atleta que pega a bola de trás e leva para a gente com velocidade. Com ele em campo temos mais chance de gol”, justificou Ademilson.
Além de mostrar sua importância nas principais jogadas ofensivas em seu retorno diante da Ponte Preta, no último sábado, fazer um belo gol na partida e ajudar o Tricolor a interromper uma sequência de três derrotas seguidas, a volta de Lucas coincide com o esvaziamento do Departamento Médico do clube. Afinal, o volante Wellington, operado em fevereiro, já treina com o grupo, assim como Cañete, que há dez meses estava no estaleiro e nesta segunda-feira retomou as atividades com o grupo. Por fim, Luis Fabiano, que nesta terça será preservado em função do clássico de domingo, também aguarda para subir no bonde da boa fase. E que ela venha para ficar.