Sem João Filipe, que foi cortado em razão de um desconforto muscular, Ney Franco escalou Paulo Miranda, mantendo uma linha de três defensores.
Contando também com o desfalque de Douglas, o técnico são-paulino preferiu não escalar o jovem Lucas Farias (18 anos) na ala direita e optou pela experiência de Paulo Assunção, que atuou no setor na derrota para o Náutico.
Dessa forma, a equipe entrou no 3-5-2, mas logo aos 15 minutos de jogo mudou a formação. Paulo Assunção foi para o meio atuar como volante, sua posição de origem. Paulo Miranda foi deslocado para a lateral formando uma linha de quatro atrás, ao lado de Toloi, Edson Silva e, na outra lateral, Cortez.
Com mais poder de marcação no meio de campo, Maicon ganhou liberdade para ajudar na criação e foi posicionado quase que na mesma linha de Jadson.
Na frente, Lucas, respaldado pela forte marcação do Sampa no lado direito (com Denilson e Paulo Miranda, mais preso) pôde se preocupar somente com a criação de jogadas, sem ter de voltar até o meio para fechar espaços. Liberdade que permitiu, inclusive, que o camisa 7 iniciasse a jogada de seu (belo) gol do lado esquerdo.
Defesa segura e ataque funcionando. Fatores que, agora, precisa se tornar mais constantes.