“Se o Lucas tivesse forçado a barra, o São Paulo o teria vendido por R$ 62 milhões para a Inter de Milão algumas semanas atrás”, assegura o agente do craque. Deste valor, o Tricolor só teria direito a R$ 50 milhões, R$ 30 milhões a menos do que embolsou graças à transação com o PSG.
Após o “não” ao time italiano, o Tricolor foi procurado pelo Chelsea, que ofereceu R$ 64 milhões, e pelo Manchester United. “Ninguém sabe, mas o São Paulo chegou a fechar com o Manchester por R$ 90 milhões”, acrescenta Wagner Ribeiro.
Um advogado tricolor até viajou para a Inglaterra a fim de assinar contrato, quando Leonardo, diretor esportivo do PSG, ligou para o agente e fez uma proposta. “Com essa mudança de clube na última hora, mais R$ 5 milhões entraram nos cofres do São Paulo”, finaliza o agente.
'Sul-americano'
Wagner Ribeiro diz ter sido insultado por dirigentes do Manchester United após o desacerto. “Quando avisei que o Lucas ia para o PSG, eles me chamaram de sul-americano e disseram que só os sul-americanos dão a palavra e depois voltam atrás”, diz Ribeiro.

Ironia do destino
Depois de todo o mal-estar criado com o United, por uma incrível coincidência, Lucas assinou contrato com o PSG em Manchester. Era lá que o craque estava, com a seleção, quando houve acerto entre as partes envolvidas.