
- Nos anos anteriores, eu estava sempre em campo jogando. Eu gostaria de ter ajudado o São Paulo neste domingo, mas como fiquei fora, este acabou sendo o lado bom - explicou o zagueiro.
- Mas eu sou um pai bastante presente, procuro sempre mostrar para o meu filho o certo e o errado, mesmo tendo de dar alguma bronca. Espero estar sempre ao lado dele, por mais que a profissão às vezes nos obrigue a viajar.
Edson Silva acompanhou o jogo do São Paulo em um dos camarotes do Morumbi, ao lado da esposa Jalvanir, com quem ele é casado há quatro anos. O defensor não entra em campo desde a derrota do São Paulo para o Atlético-GO fora de casa por 4 a 3, quando deixou o campo ainda no intervalo, após um primeiro tempo ruim.
- Claro que eu gostaria de estar jogando, mas acho que o time está crescendo, penso no lado coletivo, não só na parte individual. O time encaixou bem, está mais protegido com três zagueiros e eu espero poder dar minha colaboração com esta nova maneira de atuar - comentou ele, que foi mais utilizado por Emerson Leão, no primeiro semestre.
Mesmo com pouco espaço, o jogador está satisfeito com seus primeiros oito meses de São Paulo. Ele disputou 17 jogos na temporada e marcou um gol. Ele ainda tem mais três anos e meio de contrato.
- Acho que eu me adaptei bem ao clube e ficar fora faz parte da vida do jogador. Espero voltar ao time em breve, para jogar pela primeira vez com o Rogério Ceni, já que desde que ele voltou eu não tive a chance de jogar. Nada contra o Dênis, mas o Rogério é o Rogério, orienta bastante a zaga e é um mito - finalizou o defensor.