“Estou preparado para jogar, depende só do treinador. Se ele optar por mim, vou procurar corresponder ao máximo dentro de campo. Mas temos um grupo bom e quem for o escolhido fará o melhor”, indicou o camisa 12, que estreou no clube entrando no segundo tempo da derrota para o Fluminense, nessa quinta-feira.
Paulo Assunção é uma opção mesmo se Ney Franco mantiver o 3-5-2 escalando Edson Silva. Nesta formação, o volante entraria para dar liberdade a Denilson. A armação, caso Jadson seja confirmado como desfalque neste sábado, ficaria entre Maicon e Cícero, que abriria uma vaga no ataque para a volta de Willian José.
ndependentemente da maneira que atuará no fim de semana, o ex-jogador do Atlético de Madri gostou de ter entrado em campo em São Januário. Apesar da derrota, foi sua primeira partida no futebol brasileiro desde 2002, quando trocou o Palmeiras – time que o formou – pelo Nacional da Ilha de Madeira, de Portugal.
“Ninguém gosta de perder na estreia, mas fiquei feliz por ser meu primeiro jogo. O time jogou bem e merecia outro resultado. Foi minha volta depois de tanto tempo fora do País”, celebrou o atleta que defendeu também Porto e o AEK Atenas antes de atuar no Atlético de Madri, encerrando sua passagem de dez anos na Europa.
Passado à parte, o foco de Paulo Assunção é a partida contra o Grêmio, na qual uma vitória deixará a equipe, ao menos, mais perto da faixa da tabela do Brasileiro que dá vaga na Libertadores. “Vai ser um jogo muito importante para nós, vamos jogar diante do nosso torcedor, uma força a mais. Temos de buscar a vitória para voltar a encostar ali no G-4.”