“Foi uma grande negociação, por um valor absurdo. Não por sua qualidade, ele não é ruim, mas é um valor alto”, apontou o capitão, lembrando que o valor é o maior da história envolvendo um clube brasileiro. E o Paris Saint-Germain ainda pagou à vista, imediatamente no momento da conclusão da transação.
O que melhora a condição da venda é o fato de o camisa 7 ficar no Morumbi até dezembro. “Foi muito bom. Era o mínimo que podíamos ter para não mexermos tanto no elenco, ele é um jogador importante”, enalteceu Rogério Ceni.

Desde quando voltou a ficar à disposição após recuperação de cirurgia no ombro direito, o goleiro declarava que a permanência de Lucas, reserva da Seleção Brasileira que disputa no sábado a final das Olimpíadas, poderia ser considerada um reforço. Agora, deseja que o time se adapte a atuar sem o astro.
Após a decisão em Londres, Lucas continuará fora do clube porque defenderá o Brasil em amistoso contra a Suécia na quarta-feira. Com isso, só ficará à disposição de Ney Franco no dia 18, contra a Ponte Preta, após desfalcar seu time por dez jogos.
“Temos que aprender a nos virar sem ele. Vamos perdê-lo por mais jogos”, falou Rogério Ceni, ressaltando que outras convocações serão feitas por Mano Menezes até o meia-atacante se despedir do Tricolor paulista no final do ano.