“A possibilidade (da saída) existe desde o momento em que há o interesse no jogador. A política do São Paulo é seguir os desejos do jogador. Se ele quiser sair, o São Paulo não irá criar qualquer obstáculo. Mas temos que receber uma proposta que é apropriada”, avisou.

Até o momento, a diretoria são-paulina nem confirma, nem desmente a transferência. Na entrevista, Jesus Lopes atestou a sondagem e revelou que não vê por que não acertar a saída, pois esta é apenas uma questão financeira a ser resolvida. Ele, porém, clama ainda não saber se o negócio foi sacramentado. “Não vou falar sobre uma hipótese”, avisou.
Junto da Seleção disputando os Jogos Olímpicos de Londres, Lucas teve seu nome ligado pela imprensa inglesa a uma possível transferência ao Manchester United, por R$ 95 milhões. O PSG, porém, teria oferecido R$ 113 milhões pelo meia-atacante, tirando, inclusive, a Inter de Milão das conversas – o time italiano era mais um que sonhava com o atleta.
Os rumores são de que os últimos detalhes com o time parisiense estão sendo fechados na Inglaterra, onde o meia-atacante está disputando as Olimpíadas com a Seleção Brasileira. O empresário do jogador, Wagner Ribeiro, está na Europa e a ideia é que o atleta atue no São Paulo até o fim do ano, embarcando para a França em janeiro - o clube ainda precisa se desfazer de um jogador sem passaporte europeu para colocá-lo no elenco.

Como facilitador está o fato de Leonardo, ex-jogador são-paulino, ser o atual diretor esportivo do PSG. O clube possui o xeque catariano Nasser Al-Khelaifi como proprietário desde o ano passado e não tem poupado dinheiro para se reforçar. Nesta temporada, tirou Thiago Silva, parceiro de Lucas nas Olimpíadas, e Ibrahimovic do Milan.