
A intenção do PSG era pagar R$ 112 milhões à vista e apresentá-lo à torcida assim que a Olimpíada de Londres terminasse — o São Paulo teria direito a R$ 78,4 milhões, enquanto o restante ficaria com o pai de Lucas, que detém 30% de seus direitos econômicos.
Durante todo o dia de ontem, os dirigentes de São Paulo e PSG tentavam achar um denominador comum para a diferença de prazos.
Diretor do time de Paris, o ex-são-paulino Leonardo usou todos os argumentos possíveis para conseguir convencer o presidente Juvenal Juvêncio a liberá-lo já.
Por sua vez, o dirigente tricolor respondeu que não teria o que fazer com os R$ 78,4 milhões no momento, pois a janela de transferências para os clubes brasileiros está fechada. Restariam como únicas opções para reforçar o elenco atletas de clubes daqui que ainda não disputaram sete ou mais partidas no Brasileiro ou jogadores da Série B.
Juvenal Juvêncio quer um título a qualquer custo nesta temporada, depois de passar em branco em 2009, 2010 e 2011. O presidente ainda considera remotas as chances de taça, seja no Brasileiro ou na Copa Sul-Americana, sem Lucas.