Lucas pede que São Paulo não dificulte sua saída e o negocie com o PSG

Pais do meia pediram a Juvenal Juvêncio que colabore; presidente deve liberá-lo sob uma boa proposta

Fonte Estadão
Um elemento decisivo deve selar a transferência de Lucas para o PSG: sua própria vontade. Embora goste do São Paulo e não pretenda forçar nenhuma negociação, ele já indicou que gostaria de ser negociado. Como está na Grã-Bretanha com a seleção brasileira, coube aos seus pais, Jorge e Fátima, tratarem do futuro com a diretoria e eles já sinalizaram o desejo do garoto de sair.
Pouco após o embarque de Lucas para Londres, seus país se reuniram com o presidente Juvenal Juvêncio, sinalizaram que o filho tinha mudado de ideia sobre permanecer no País até a Copa de 2014 e pediram que a negociação fosse facilitada. Juvenal decidiu acatar o pedido, por considerar que Lucas sempre se dedicou ao máximo com a camisa tricolor.
A mudança de postura do jogador foi o primeiro passo para fazer Juvenal rever sua intenção de mantê-lo no clube. A conversa com os pais de Lucas aconteceu pouco depois da recusa aos 33 milhões (cerca de R$ 83 milhões) oferecidos pelo Manchester United. O presidente passou a tentar atrair os ingleses de volta enquanto o PSG observava e preparava o bote, dado no domingo, quando Leonardo fechou com Wagner Ribeiro, agente de Lucas, a proposta a ser encaminhada para o Tricolor.

Lucas é um desejo pessoal do príncipe Nasser Al-Khelaifi, dono do QSI, fundo que comprou o clube francês no ano passado. Ele se encantou com o jogador e avisou que o quer no time.
O passo seguinte foi dado pelo agente. Ele conversou com Lucas, que recebeu a proposta com entusiasmo e rapidamente descartou o Manchester United. Com o sinal verde do atleta, o diretor esportivo do PSG, Leonardo, já entrou em contato com Juvenal e encaminhou o acerto, que pode ser sacramentado nos próximos dias - as conversas evoluíram muito. Embora não se fale em valores, a imprensa europeia afirma que o Tricolor pode receber 45 milhões (cerca de R$ 113,2 milhões), dos quais tem direito sobre 70% (o restante pertence ao jogador). Seria a maior negociação de um atleta que atua no País.
A diretoria são-paulina evita comentar o assunto, mas admite que a opinião de Lucas será crucial para definir seu futuro. "É óbvio que a decisão final é do jogador. O Kaká, por exemplo, queria jogar exclusivamente no Milan e nós o negociamos, apesar de termos outras propostas mais vantajosas", afirmou o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes.
Até dezembro. Como o PSG já está com as vagas de extracomunitários preenchidas, a grande questão é se Lucas iria agora ou esperaria até janeiro, disputando o restante do Brasileiro pelo São Paulo. O time francês tem pressa. Gostaria de contar com ele imediatamente e tenta naturalizar o sérvio Milan Bisevac para liberar espaço no elenco.
A tendência, porém, é que Lucas continue no Morumbi até dezembro, alternativa que agrada bastante à diretoria pelo fato de ter arma importante para levar o time à Libertadores de 2013.
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