– Mudou o assédio, estou aqui dando entrevista coletiva. Mas continuo o mesmo, gosto das mesmas coisas e nada vai alterar isso. Meus amigos são os mesmos. Sou um cara simples, que nunca teve muita coisa na vida. A cabeça é boa e a família ajuda bastante. A fase está boa, então é deixar rolar – afirmou o jogador, de 18 anos.

Cada vez mais à vontade na equipe de Ney Franco, Ademilson já traça metas para o restante da temporada.
– Tenho duas metas: ser campeão e ser eleito a revelação do Campeonato Brasileiro. Tenho de continuar trabalhando forte para atingir esses objetivos. Fazer gols e ser elogiado é algo muito bom, mas aumenta a responsabilidade. Sei que se não for bem na próxima partida, vão me criticar – ressaltou.
O atacante são-paulino ainda mora com a mãe em São Vicente, na Baixada Santista, a 70km de São Paulo, mas só vai para lá nos dias de folga. Durante a semana, ele divide o tempo entre o CT da Barra Funda e a casa da namorada. Além da família, que está sempre por perto, Ademilson afirmou que tem uma pessoa de confiança que cuida da sua vida fora das quatro linhas.
– Minha mãe sempre cuidou das minhas coisas, mas agora arrumei uma pessoa para isso. Ela não gosta de ir muito ao estádio porque fica nervosa. Mas sempre conversa comigo e, quando precisa, dá o puxão de orelha – disse.