Rogério Ceni venceu as três partidas que fez pelo São Paulo nesta temporada
Foto: Fernando Borges/Terra
Rogério Ceni voltou a jogar há oito dias, ainda em meio a tratamento para se recuperar de cirurgia no ombro direito. Saiu de seu primeiro jogo reclamando de dores na perna direita e, nesse domingo, nem bateu mais tiro de meta no fim da vitória sobre o Sport alegando incômodo na coxa esquerda. Mas Ney Franco minimiza com um aviso: o goleiro de 39 anos não acabará mais as partidas 100% fisicamente.
"Ele vai terminar todos os jogos desse jeito. Nos três jogos dele neste ano, contra Flamengo, Bahia e Sport, vimos o Rogério sair de campo até chamando a ambulância", disse o treinador do São Paulo em tom de brincadeira. O goleiro foi escalado logo após uma derrota para o Atlético-GO e, desde então, o time acumulou três vitórias seguidas.
Denílson se protege para não tomar bolada
Foto: Fernando Borges/Terra
O capitão tem contrato até dezembro e já antecipou que o clube não lhe deve favor nenhum para renovar mesmo que ele não tenha condições. A diretoria deixa exclusivamente nas mãos do ídolo a decisão de prorrogar ou não sua carreira, que será encerrada no clube que defende há quase 22 anos.Sem dar pistas sobre aposentadoria, o camisa 01 se esforça para entrar em campo.
Antes do jogo contra o Flamengo na semana passada, por exemplo, continha os movimentos do ombro operado em janeiro até em gestos simples como um aperto de mão. Atuou com proteção no local e, ao sair do campo, partiu para recuperar sua musculatura em uma banheira no Morumbi. Prova de que nem pensa em se tornar desfalque de novo.
"Ele tem condições de jogar contra o Fluminense na quinta-feira. O seu histórico no São Paulo é esse: não fica fora de treinamento nem de jogo. Já jogou sem problema nenhum em situações piores que às de hoje em relação à dor muscular. E, se por ventura tiver algum problema, temos o Denis para substituí-lo à altura", afirmou Ney Franco.
O goleiro Magrão foi o nome do jogo neste domingo
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