Mesmo ainda longe da forma física ideal, o camisa 1 deixou as dúvidas para trás e segue como líder do Tricolor na estreia da equipe na Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra o Bahia, no Estádio de Pituaçu, às 21h50.
A presença do goleiro-artilheiro em campo vai ao encontro não apenas com o desejo do técnico Ney Franco, que valorizou a importância de sua continuidade no time para readquirir o ritmo de jogo, mas também pela relevância do líder são-paulino em relação ao companheiros.
“Com a volta dele ganhamos muita experiência. Ele passa isso para todo o elenco, para todo o grupo. Todos ficamos felizes pelo retorno dele”, afirmou o lateral Cortez.
Além disso, o pontapé inicial também evidencia que a Sul-Americana pode ser encarada com muita seriedade no Tricolor. Afinal, é o caminho mais curto para voltar a disputar a Taça Libertadores e também o atalho para um título que há quase quatro anos não é celebrado no Morumbi. É preciso apenas saber fazer a leitura de um torneio paralelo que começa (e que costuma caminhar) em ritmo morno em pleno Campeonato Brasileiro.

“A gente não tem que priorizar nada. Temos que ir com força máxima nas duas competições. Não tem essa de poupar. Tem que entrar com tudo”, disse Cortez.
Na mesma linha, Jadson completou: “Neste ano a gente quer conseguir levantar alguma taça. É um campeonato muito importante para nós e vamos com tudo na Sul-Americana para chegar às finais”.