“Estou jogando mais solto na frente dos volantes, com mais liberdade de chegar ao ataque. Por isso as bolas tem chegado e consigo fazer alguns gols”, explicou o camisa 10. “Sempre joguei desta forma desde o Shakhtar, mais solto, chegando à frente. Estou me sentindo bem à vontade nesta posição e está dando certo.”
O futebol que demonstrou no time ucraniano entre 2005 e 2012 rendeu ao meia uma idolatria tão grande que ele foi indicado por unanimidade para a Calçada da Fama do clube – a diretoria do Shakhtar até entrará em contato com os dirigentes do Tricolor para que ele esteja presente no evento, marcado para o próximo mês.

Agora, o armador, que já é o atleta com mais assistências da equipe na temporada – embora a maioria em cobranças de bola parada –, acredita que poderá provar que vale os R$ 9 milhões gastos pelo São Paulo com ele, além da cessão de 30% dos direitos econômicos do volante Wellington (parte avaliada em R$ 7 milhões há seis meses).
“Estou melhorando, conseguindo fazer bons jogos, tentando ajudar a equipe com gol ou assistência”, apontou Jadson. “O meu objetivo no São Paulo é conquistar títulos. Claro que nunca estou feliz com meu rendimento, sempre quero melhorar um pouco mais, mas vou continuar trabalhando para que a equipe possa conseguir vitórias”, prosseguiu.