Mas a resistência caiu por falta de opções. A única conversa firme com o São Paulo no momento é a dos ingleses.
Lucas preferia a Itália, segundo seus interlocutores. Como decidiu que chegou o momento de atuar fora do Brasil, passou a estudar com carinho a possibilidade de defender o United.
A principal dificuldade no momento é equacionar o dinheiro referente aos 20% dos direitos econômicos do jogador que pertencem ao próprio atleta.

Representantes do São Paulo chegaram a dizer ao Manchester que aceitariam os cerca de 30 milhões de euros oferecidos pelos ingleses desde que esse fosse o preço pago pelos 80% dos direitos pertencentes ao clube.
Houve um recuo na posição são-paulina, mas os 20% do jogador também dependem de uma divisão entre seus parentes. Lucas foi tranquilizado por seus representantes com a informação de que a legislação inglesa permite o pagamento a terceiros que não sejam clubes de futebol. Assim, ele não corre o risco de ver todo o dinheiro entrar na conta do São Paulo para receber depois.
No Morumbi, muita gente faz figa para o martelo ser batido logo. Em agosto, por força contratual, o atleta passa a ter 30% de seus direitos, se não for vendido.