De volta, Rogério evita opinar sobre esquema tático de Ney Franco e só pede: 'Todos precisam se entregar'

Fonte Espn.com.br
Recuperado, Rogério Ceni vai retornar aos gramados após seis meses parado em um momento complicado para o São Paulo. Bastante irregular no Campeonato Brasileiro, o time vem de uma atuação fraca na derrota por 4 a 3 para o Atlético-GO na quarta-feira e precisa de uma vitória sobre o Flamengo dentro de casa para se recuperar na competição e acalmar um pouco os protestos da torcida.
E, para conseguir um resultado melhor, o goleiro acredita que não basta mudar o esquema tático da equipe, variando do 4-4-2 para o 3-5-2. Sem opinar sobre o posicionamento adotado por Ney Franco, Rogério prefere resumir suas palavras em um pedido aos jogadores do São Paulo: que todos, sem exceção, se entreguem na marcação durante o jogo.
“Para mim, jogar com dois ou três zagueiros, tanto faz. O importante é que todo mundo se entregue na marcação. Não adianta você ter os dois melhores zagueiros do mundo, porque se os meias não ajudarem, se os laterais não ajudarem, não adianta”, alertou o ídolo são-paulino, em entrevista à TV Bandeirantes.
“Nós temos zagueiros bons, que têm qualidade. Mas precisamos da colaboração de todos para que facilite o trabalho deles”, reforçou.
Sabendo da irregularidade do São Paulo no Brasileirão, Rogério insiste que para conseguir voltar às vitórias, é preciso ter mais dedicação e vontade dentro de campo. E é com essa vontade que o goleiro está disposto a contribuir no domingo, orientando os jogadores na partida e organizando a defesa são-paulina para não tomar gols.
“Acho que é importante que todos falem, se soltem, futebol se ganha muito no grito, orientando, e as pessoas depositam uma confiança em mim nesse sentido organizacional. Mas lógico que antes disso vem a vontade, a dedicação, o ‘querer ganhar’”, explicou o goleiro.
Depois de seis meses de fisioterapia e recuperação, Rogério admite que está ansioso para voltar a campo com a camisa do São Paulo e reforça que está 100% em condições de atuar normalmente na meta são-paulina. “Se você não tiver emoção, frio na barriga, adrenalina, é melhor parar. Eu estou um pouco nervoso, mas me sinto confiante para fazer qualquer movimento. Não dói absolutamente nada, senão eu não seria louco de ir jogar com dores”, finalizou o goleiro.
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