“A camisa dele sai toda molhada. Nunca havia visto isso (risos)”, dizia.
“Por onde passei sempre foi assim. Já estou acostumado e, agora, eu me recupero normalmente”, revelou o jogador, nesta terça-feira, ao MARCA BRASIL.
Para repor a desidratação do meia, os preparadores físicos e fisiologistas do clube têm atenção especial com Maicon.
“Tem todo um trabalho, né. Após os jogos, tomo bastante isotônicos e uns repositores, porque o desgaste é muito grande”, completou o meio-campista.
Dentro de campo, tanto nos treinos quanto nos jogos, Maicon tem se destacado. Com Ney Franco e o interino Milton Cruz, o jogador ganhou oportunidade entre os titulares e agarrou como pôde. Após barrar Cícero, o meia encontrou o seu espaço com Jadson, com quem divide a responsabilidade pela armação das jogadas.
“Temos que dar solução ao ataque. Se todos ajudarem fica fácil. Por isso, nos treinos, fazemos algumas atividades de aproximação e isso facilita”, analisou o camisa 18, que afirmou não ter preferência pelo esquema tático 4-4-2 ou 3-5-2.
Curiosamente, tanto com Ney Franco na vitória sobre o Figueirense, por 2 a 0, e nas duas partidas no comando de Milton Cruz, diante do Cruzeiro e Coritiba, Maicon foi titular com três zagueiros formando o sistema defensivo da equipe.
“O melhor, mesmo, é jogar sempre, né (risos). O Milton foi muito feliz nos dois jogos, com três zagueiros, e espero ter uma boa sequência”, disse o meio-campista, que aprovou a postura adotada por Ney Franco: marcar sob pressão.
“Um time como o São Paulo não podia levar tanta pressão, como estava sofrendo. Todos os times marcam forte e não podia ser diferente com a gente. O Ney corrigiu isso e daremos continuidade”, finalizou.