Mais guerreiro e dedicado na marcação, São Paulo vence o Figueira. Time de Ney Franco continua devendo na parte ofensiva

Fonte UOL/Birner
Figueirense 0×2 São Paulo
Ney Franco queria um time mais guerreiro e dedicado na marcação.
Os jogadores deram ao treinador o que ele pediu.
O São Paulo cometeu alguns erros na parte defensiva, mas melhorou nos desamres e mereceu ganhar.
Fez um gol no começo e até demorou muito para ampliar.
O Figueirense deu bastante espaço para o contragolpe são-paulino, mas a equipe de Ney Franco foi incompetente quando teve a bola.
De qualquer forma, mesmo cheio de desfalques somou três pontos e diminuiu sua crise, enquanto o Figueira, ainda sem treinador, aumentou a dele.
Escalações
Figueirense – Wilson, Coutinho, Fred, Anderson Conceição e Guilherme; Túlio, Doriva, Almir e Pittoni; Caio e Júlio Cesar
São Paulo – Denis; João Filipe, Rafael Tolói e Rhodolfo. Douglas, Denilson, Maicon, Cortez e Jadson. Ademilson e Willian José
Ação e sorte
Ney Franco, na entrevista de sexta-feira, reclamou da atitude dos jogadores. Falou que nenhum esquema tático vai funcionar se eles não se dedicarem mais.
A reclamação deu resultado. O São Paulo começou correndo muito. Pressionou a saída de bola com intensidade e assim fez 1xo logo no começo do confronto.
Levou sorte no lance.
Denilson tentou chutar de fora da área, não pegou bem na redonda e ela sobrou para Ademilson, livre, na frente do goleiro Wilson, finalizar bem, com simplicidade, no canto direito.
O garoto de 18 anos vibrou muito.
Movimentações e posicionamentos
O treinador são-paulino fez o simples e óbvio. Montou o 3-5-2 clássico, com bastante apoio dos alas Douglas e Cortez, em especial do ex-botafoguense.
João Filipe, na direita, Rhodolfo, na esquerda, e Tolói, na sobra, foramaram a zaga. Denilson e Maicon foram os volantes.
Eles apoiaram, um de cada vez. Quando o ala da esquerda avançava, Maicon ajudava. Denilson fez o mesmo na direita.
Ademilson teve liberdade para se movimentar por ambos os lados do ataque e Willian José foi o centroavante.
O time atuou com 3 zagueiros, o que sempre deixou os são-paulinos com um homem a mais que os adversários e e vitou contragolpes perigosos.
O Figueirense atuou no 4-4-2. O interino Abel escalou o meio com Tulio e Doriva na mercação, além de Pittoni e Almir na criação.
Os volante tinha que proteger a zaga e cobrir os espaços deixados pelo laterais Coutinho e Guilherme, que tinham liberdade para avançar.
Julio Cesar e Caio ficaram mais adiantados.
São Paulo controla o jogo e peca nos contragolpes
O Figueira não conseguiu superar o bloqueio do rival. Precisou ir para cima porque tomou gol no início.
Em grande parte do primeiro tempo foi obrigado a dar chutões da defesa ao ataque, porque os visitantes marcaram alguns metros à frente da linha que divide o gramado, onde, como se diz no futebolês, ‘atacaram a bola’.
Todos os atletas de linha comandados por Ney Franco ajudaram nos desarmes.
Apenas nos 10 últimos minutos o Figueirense achou o caminho para fazer a transição com a dita cuja pelo chão.
Mesmo assim, não criou nenhum lance de perigo.
A melhor oportunidade de gol foi são-paulina. Willian José driblou o zagueiro e finalizou mal numa das várias chances são-paulinos de contragolpear.
A má qualidade no último passe impediu a equipe de Ney Franco de criar mais.
Tudo ou nada
O Figueirense voltou do período de descanso com uma alteração e disposto a correr muitos riscos.
O meia atacante Roni substituiu Almir.
Além disso, o volante Doriva ganhou liberdade de apoiar. Tulio, de vez em quando, também. Os laterais Coutinho e Guilherme atuaram adiantados.
Duas consequências
A ousadia do Figueirense teve duas consequências.
O time finalmente criou algo no ataque.
Julio Cesar, após um cruzamento, perdeu uma ótima chance. Caio, noutra bola levantada na área, aos 12 minutos, errou o cabeceio quando Denis estava fora da jogada e só havia zagueiros rivais embaixo da trave.
O ofensivismo desequilibrado, além de benefícios, gerou problemas ao anfitrião.
Os zagueiros Fred e Anderson Conceição ficaram radicalmente expostos.
Houve contragolpes em que precisaram marcar 3 adversários.
Para sorte deles, o São Paulo falhou na execução dos contra-ataques.

Ademilson, bem, se machuca
O atacante, aos 10, foi parado com um carrinho, por trás, de Fred.
O zagueiro entrou duro e de propósito na perna do rival, recebeu o amarelo, e tirou o garoto de campo.
Ademilson, antes, havia levado outra porrada de zagueiro, quando Anderson Conceição foi amarelado.
Ele marcou o gol que deixou a situação da partida favorável ao São Paulo, complicou a vida dos zagueiros do adversário (o contragolpe são-paulino acontecem em cima deles, ambos não podiam apelar para as faltas, pois receberam cartã), Fred, 16 minutos depois, foi expulso após fazer falta em Cortez e se movimentou bem no ataque.
Apesar de errar passes demais, contribuiu bastante para a vitória do São Paulo.
Rafinha o substituiu e não repetiu o desemnho do companheiro.

Trocas
Aos 16, Maicon, cansado, saiu e João Schmidt ocupou o lugar dele.
Aos 22, João Filipe recebeu o amarelo e Ney Franco decidiu trocá-lo por Edson Silva. O reserva atuou na esquerda da linha de 3 e Rhodolfo foi para a direita.
O Figueirense estava melhor na etapa complementar.
São Paulo cresce após a expulsão
Aos 24, Fred levou o cartão vermelho. Mereceu a expulsão.
Abel Ribeiro tirou o atacante Julio Cesar, que reclamou muito dos companheiros e jogou mal, para botar o zagueiro Canuto.
O São Paulo cresceu. Passou a trocar passes na frente e recuperou o controle do confronto.
Abel Ribeiro notou isso e apelou para uma medida tão emergencial quanto desesperada. Tirou o lateral Coutinho, colocou o centroavante Aloísio, e deixou seu time ainda mais vulnerável atrás.
Finalmente
No último lance do jogo, Willian José, em contragolpe, ampliou a vantagem do São Paulo.
Justo
O São Paulo mereceu a vitória.
O maior erro do árbitro, bem durante quase toda partida, foi não terr visto o pênalti do argentino Canuto em Willian José.
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