Com 62 anos, Leão se coloca no mercado como técnico até 2014

Fonte Terra

Em 24 de outubro, ao se apresentar no São Paulo, Emerson Leão projetou mais três anos como técnico e a diretoria garantiu que ele encerraria a carreira no clube se tivesse bons resultados. Leão, porém, foi demitido nessa terça-feira. Mas, mesmo a duas semanas de completar 63 anos de idade, mantém a meta de trabalhar na função até o fim de 2014.
"Com 60 anos, achei que ia deixar o gramado para ocupar outro cargo no esporte. Mas me senti muito novo para isso. Então, até 65, a principio, está bom", disse o ex-goleiro, que, pelo menos no momento, não está disposto a ir além dos 65 anos trabalhando como treinador. "Depois, não é difícil, mas, se Deus quiser, não mais."
Leão tomou a decisão de adiar novamente sua aposentadoria dos trabalhos no campo ao completar 60 anos, em 2009, no comando do Sport. E seu gosto é por trabalhar em clubes de tradição: desde quando deixou de ser atleta, em 1987, esteve à frente de times como Palmeiras, Atlético-MG, Santos, Inter, Grêmio e Corinthians, além do São Paulo e da Seleção Brasileira, entre 2000 e 2001.

"Não trabalho somente pelo dinheiro, mas porque faz parte do meu íntimo", argumentou. "Ao trabalhar em grandes equipes, você sempre leva coisa boa, até na experiência de coisa negativa. E também deixa coisa boa através de uma provação, saindo de momentos conturbados, apoiando jovens, apostando em jogadores, se identificando com o clube", relacionou.
Orgulhoso por ter 48 anos de trabalho no futebol "com carteira assinada" - repete a expressão seguidamente -, o técnico, que tem como principais títulos na carreira os Brasileiros de 1987 e 2002, o Paulista de 2005 e a Conmebol de 1997 e 1998, acreditava que poderia somar mais uma conquista se continuasse no São Paulo até o fim de seu contrato, em dezembro.
"Sinceramente, achei que tínhamos condições de ganhar tanto o Paulista quanto a Copa do Brasil. Faltou pouca coisa, e pouca coisa dá para corrigir, daria ainda no Brasileiro. Temos uma boa campanha na qual uma vitória nos colocaria no G-4 e outra no G-1", imaginou o treinador que, hoje, faz questão de dizer que está no mercado - embora tenha ficado 14 meses sem emprego antes de chegar ao time tricolor há oito meses.
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