“Preocupação por quê? A equipe está jogando bem nos últimos jogos e, contra o Santos, se superou. Quando não é na técnica, é na raça”, afirmou Jadson. “Continuamos somando vitórias em casa. Estamos de parabéns não pelo espetáculo, mas porque todos lutaram e correram. Merecemos a vitória”, completou o meia.
No Morumbi, neste ano, o aproveitamento do time é de 84,4%, com 12 vitórias, dois empates e uma derrota (para o Santos, na eliminação do Paulista). Além disso, mesmo tendo quase todos os seus titulares – só faltava Luis Fabiano, suspenso, e Casemiro, na Seleção Brasileira –, a magra vitória diante de um Peixe com oito reservas tem aspectos destacados positivamente.
“Foi mais um jogo sem tomarmos gol. A equipe está bem. Conversamos bastante nesta semana, falamos para aumentar a pegada, e isso prevaleceu contra o Santos. Lutamos do começo ao fim”, defendeu Rhodolfo, sem esconder que, apesar do declarado foco no clássico desse domingo, a partida mais valorizada é mesmo a de quinta-feira.
“Não é para ficar preocupado. A equipe está se preparando realmente para o jogo de quinta-feira, contra o Coritiba, que será o mais importante neste ano. Mas lógico que todos precisávamos dos pontos contra o Santos e fomos muito felizes por conquistá-los”, argumentou o goleiro Denis.
O time detectou dificuldades para furar o esquema fechado do Santos e, por isso, precisa melhorar. Outro aspecto a ser mudado, porém, é responsabilidade de quem estará nas arquibancadas. “A torcida não compareceu muito, mas na quinta-feira acredito em um Morumbi lotado, fervendo, empurrando o São Paulo para, pelo menos, conseguirmos um bom placar rumo à final”, apostou Denilson – cerca de 16 mil ingressos já foram vendidos.