Capitão, Luis Fabiano avisa: "Levo cartão sempre que falo com juiz"
Fonte Gazeta Esportiva
28 de Maio de 2012
Luis Fabiano foi designado como capitão do São Paulo enquanto Rogério Ceni se recupera de cirurgia no ombro direito. O atacante já confessou que, inicialmente, não gostaria de ficar com a faixa, mas agora, consolidado como líder do elenco, não abre mão da função. Porém, faz uma ressalva: se sente perseguido pelos árbitros.
“Sempre que eu reclamar, vou tomar cartão. Reclamando muito ou pouco. Eles estão predispostos a isso se eu abrir a boca”, relatou o jogador durante sua participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, nesse domingo. “Mas sou o capitão. Se eu não falar sendo o capitão, fica complicado”, continuou.
A última irritação ocorreu diante do Bahia. No primeiro tempo, o centroavante caiu na área após disputa com a zaga e, ao ver que não foi marcado o pênalti, correu para reclamar com o árbitro Wagner Reway, que até paralisou a partida só para aplicar o cartão amarelo no camisa 9 do Tricolor.

“O cartão poderia ter sido evitado (pelo árbitro). Não falei palavrão, só gritei: ‘Não foi pênalti?’”, contou o atleta, sendo sincero ao admitir que no segundo tempo, quando caiu na área após novo choque com a zaga do Bahia, não sofreu pênalti. Luis Fabiano, no entanto, já havia sido alertado por Emerson Leão, de acordo com o técnico, de que Reway, da Federação Mato-Grossense, pune com cartão quem reclama.
“O Luis Fabiano fez gol e tomou cartão de novo, né?”, disse o técnico, lembrando que seu jogador também foi advertido na primeira rodada do Brasileiro por reclamação e já está pendurado. “Certas coisas, mesmo programadas, eles fazem errado. Por descontrole, irritação do atleta ou desconhecimento, é altamente desagradável. Decidimos o campeonato (Paulista) sem o Luis Fabiano e nos fez falta”, recordou, citando a derrota para o Santos na semifinal do Estadual, quando o artilheiro cumpriu suspensão.
Luis Fabiano, contudo, pede que continue com a braçadeira de capitão. E avisa: tirá-la dele seria concordar com a predisposição dos árbitros em lhe punir. “Já venho sendo o capitão. Se me tirarem por reclamação, é reconhecer o erro”, opinou, argumentando que já mudou seu estilo. “Não tenho problema nenhum com os árbitros, são momentos isolados em que reclamo mais. E nem faço mais gestos como fazia antes.”
De sua parte, Leão promete continuar acalmando seu goleador na conversa. “É preciso saber dialogar com o Luis Fabiano, e temos dialogado muito, mas muito mesmo. E vamos continuar dialogando muito, mas muito mesmo. Deixem o Luis Fabiano para nós”, falou.
“Sempre que eu reclamar, vou tomar cartão. Reclamando muito ou pouco. Eles estão predispostos a isso se eu abrir a boca”, relatou o jogador durante sua participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, nesse domingo. “Mas sou o capitão. Se eu não falar sendo o capitão, fica complicado”, continuou.
A última irritação ocorreu diante do Bahia. No primeiro tempo, o centroavante caiu na área após disputa com a zaga e, ao ver que não foi marcado o pênalti, correu para reclamar com o árbitro Wagner Reway, que até paralisou a partida só para aplicar o cartão amarelo no camisa 9 do Tricolor.
“O cartão poderia ter sido evitado (pelo árbitro). Não falei palavrão, só gritei: ‘Não foi pênalti?’”, contou o atleta, sendo sincero ao admitir que no segundo tempo, quando caiu na área após novo choque com a zaga do Bahia, não sofreu pênalti. Luis Fabiano, no entanto, já havia sido alertado por Emerson Leão, de acordo com o técnico, de que Reway, da Federação Mato-Grossense, pune com cartão quem reclama.
“O Luis Fabiano fez gol e tomou cartão de novo, né?”, disse o técnico, lembrando que seu jogador também foi advertido na primeira rodada do Brasileiro por reclamação e já está pendurado. “Certas coisas, mesmo programadas, eles fazem errado. Por descontrole, irritação do atleta ou desconhecimento, é altamente desagradável. Decidimos o campeonato (Paulista) sem o Luis Fabiano e nos fez falta”, recordou, citando a derrota para o Santos na semifinal do Estadual, quando o artilheiro cumpriu suspensão.
Luis Fabiano, contudo, pede que continue com a braçadeira de capitão. E avisa: tirá-la dele seria concordar com a predisposição dos árbitros em lhe punir. “Já venho sendo o capitão. Se me tirarem por reclamação, é reconhecer o erro”, opinou, argumentando que já mudou seu estilo. “Não tenho problema nenhum com os árbitros, são momentos isolados em que reclamo mais. E nem faço mais gestos como fazia antes.”
De sua parte, Leão promete continuar acalmando seu goleador na conversa. “É preciso saber dialogar com o Luis Fabiano, e temos dialogado muito, mas muito mesmo. E vamos continuar dialogando muito, mas muito mesmo. Deixem o Luis Fabiano para nós”, falou.
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