Emerson Leão lamenta primeiro Choque-Rei sem Marcos e Rogério Ceni

Para treinador, monstros sagrados do futebol fazem falta, mas cabe aos substitutos tentarem se firmar

Fonte Justiça Desportiva

Pela primeira vez, depois de muitos anos, acontecerá o clássico entre Palmeiras e São Paulo sem os maiores ídolos em campo. Marcos, arqueiro alviverde, se aposentou recentemente após inúmeras lesões que o impediam de ter sequência em campo. Rogério Ceni, goleiro e capitão tricolor, está operado do ombro e só volta no segundo semestre, repensando até na aposentadoria no próximo ano. Com isso, Deola e Denis ganha mais uma responsabilidade, a de líderes.
Deola tem 28 anos. Começou no Palmeiras e foi integrado ao elenco profissional em 2008. Antes, passou por empréstimo no Guarani, Juventus, Barueri e Sertãozinho. O técnico Felipão não cansa de elogiar o arqueiro, desde quando Marcos ainda estava no time, mas ocupava mais o departamento médico do que a titularidade. Bruno faz sombra, mas Deola ainda tem uma boa vantagem pelas boas apresentações nos últimos anos.
Já Denis tem 24 anos e não é cria da casa. Começou aos 15 anos na Ponte Preta e chegou ao São Paulo com 21. Desde então, aguarda uma chance. E o arqueiro mostrou sorte logo ao chegar. Antes terceiro goleiro, Rogério se machucou, o suplente Bosco também e logo Denis se apresentou para o torcedor com uma boa apresentação. Depois, entrou pouquíssimas vezes. Agora, ocupará o lugar do capitão, até julho pelo menos. Leão já declarou que pediu a contratação de outro goleiro após a grave lesão de Rogério Ceni, mas a diretoria apostou em Denis.
"São os dois instrumentos de precisão, os goleiros são as seguranças. A experiência conta muito. Até se adaptarem como titulares, carregaram as lembranças dos experientes que os antecederam. Precisam adquirir essa maturidade, o sofrimento faz parte disso. Vejo como uma triste rotina. São monstros sagrados do futebol que estão deixando o cenário e estão buscando substitutos. Foi assim com todos os outros, foi assim comigo também", lembrou o técnico Leão, ex-goleiro.
Além de lamentar a ausência dos "monstros sagrados", Leão também lamentou a opção do vizinho Palmeiras em levar a partida deste domingo para a cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.
"Todo clássico levanta o astral. Palmeiras x São Paulo sempre foi o Clássico Rei, com o Morumbi com 130 mil pessoas, com os penetras, 140 mil. Hoje temos o dobro de habitantes e jogamos o clássico fora de São Paulo. Quantos torcedores vão ficar sem assistir esse clássico? Somos dependentes. É um absurdo o que estão fazendo com nosso futebol. Um ganhava, um perdia, lutavam em campo, mas depois sentavam juntos, um triste e outro feliz, e bebiam. Hoje, brigam nas estradas, nas cidades, morre gente. Lamentável", finalizou o comandante tricolor.
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