De olho na Seleção, Jadson se põe à disposição até para marcar

Contratado para ser o maestro do São Paulo, meia afirma ter adquirido 'consciência tática' no futebol ucraniano. 'Chego para ajudar'

Fonte Globo Esporte
Jadson, em treino no CT(Foto Luiz Pires / VIPCOMM)
Após um longo tempo, a camisa 10 do São Paulo terá um dono de respeito. Contratado por € 3,8 milhões (R$ 8,7 milhões) e mais 30% dos direitos econômicos do volante Wellington, avaliados em € 3 milhões (R$ 7,2 milhões), Jadson vai estrear neste domingo, contra a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli. E chega com a obrigação de dar criatividade a um meio-campo que é elogiado por sua velocidade, mas que peca pela ausência de uma peça que é capaz de parar a bola e organizar o jogo.
A importância de Jadson pôde ser percebida logo em sua apresentação. Ele recebeu a camisa das mãos de Raí, um dos maiores armadores da história do clube. A contratação mexeu com o torcedor, que se mostra ansioso nas redes sociais para ver o “cérebro tricolor” em ação. Ciente de sua responsabilidade, Jadson se diz preparado.
– Foi uma emoção muito grande receber a camisa das mãos do Raí, que foi um cara que escreveu uma história maravilhosa no São Paulo. É um desafio, mas estou tranquilo. Conheço meu potencial e sei o que posso fazer para ajudar a equipe. Existe uma ansiedade, mas logo vai chegar a hora de entrar em campo e ajudar os meus companheiros – afirmou.
Além de organizar a equipe, Jadson dará mais liberdade a outras importantes peças, como Lucas e Fernandinho. Outro fator a ser ressaltado é que a equipe ganha uma arma poderosa nas jogadas de bola parada, no momento em que o principal batedor, Rogério Ceni, está fora de ação por causa da lesão no ombro direito. No coletivo de terça-feira, por exemplo, Jadson marcou um golaço de falta.
Para quem espera somente um meia ofensivo, Jadson afirma ser um jogador tático. Os sete anos que jogou na Ucrânia, onde defendeu o Shakhtar Donetsk, lhe mostraram a importância de ajudar na marcação.
– Vi que o Leão pode até escalar três homens de frente comigo na armação. Estou pronto para ajudar. Sei que, quando não estiver com a bola nos pés, tenho de voltar para recompor o setor. Estou acostumado a fazer isso, não terá problema nenhum. Com a minha idade e a minha qualidade, chego para ajudar. Não sou diferente de ninguém – disse.
Outro fator que anima muito Jadson é a possibilidade de voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira comandada por Mano Menezes. O treinador o elogiou nesta sexta-feira.
– É um dos meus objetivos. O Mano é um grande técnico, me deu a oportunidade e elogiou o meu retorno ao futebol brasileiro. Agora é trabalhar forte, mostrar um grande futebol para ser chamado novamente. A Seleção está nos meus planos – finalizou Jadson.
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