"A gente é igual criança pequena às vezes, né? Vai vendo até onde é o nosso limite. Sei por experiência própria que não posso fazer discursos iguais àquele", apontou o meio-campista à rádio Estadão/ESPN, falando especificamente da confusão envolvendo Ronaldinho.
Na primeira semana de novembro, às vésperas de um duelo contra o Flamengo, Fabrício ironizou a possibilidade de enfrentar um Rubro-negro sem seu camisa 10, que seria julgado pelo STJD por se desentender com o volante Heleno, do Ceará.
"CBF? Flamengo? Está de brincadeira. Capaz eu de pegar dois ou três jogos porque estou falando isso aqui. Ronaldinho suspenso? Difícil, hein? Temos que nos preocupar com outras coisas", falou o volante, à época, antes de o tribunal aplicar só um jogo de gancho ao meia do Flamengo, liberando-o para enfrentar o Cruzeiro.
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Volante chega ao São Paulo como exemplo de raça e não quer aparecer mais com declarações polêmicas
Com a camisa azul, o meio-campista ainda se destacou sem a bola no pé ao deixar o campo antes do apito final da derrota por 1 a 0 para o Corinthians no Brasileiro de 2010, no Pacaembu. O motivo: um polêmico pênalti do zagueiro Gil no atacante Ronaldo, que definiu a partida e complicou o sonho cruzeirense de ser campeão brasileiro.
"Fui muito injustiçado e acabei expondo isso. Se tenho razão, se não tenho razão, é uma série de fatores, mas, se eu ficar pensando nisso, também não jogo mais", comentou Fabrício, hoje ansioso também por trabalhar pela primeira vez com Emerson Leão, publicamente fã de seu futebol e disposição em campo.
"Nunca trabalhei com o Leão, mas conheço a história dele. É um treinador de personalidade forte e, acima de tudo, quer vencer. Então, temos que escutá-lo e seguir as ordens dele para já começar bem nessa temporada", contou o volante, que se encontrará com o novo chefe e seus colegas na reapresentação desta quarta-feira, no CCT da Barra Funda, antes das duas semanas de concentração em Cotia.
