São Paulo promete estádio aberto durante obras da cobertura
Fonte Folha.com
21 de Dezembro de 2011
O São Paulo promete que as obras no estádio do Morumbi terão impacto pequeno na vida do time.
Segundo projeto apresentado ontem, as interdições na arena ao longo dos 18 meses previstos para a reforma serão parciais.
O objetivo é mantê-la disponível para os jogos e com capacidade para pelo menos 25 mil torcedores.
"Vamos tentar casar o único período de interdição total com as férias de futebol", disse o assessor da presidência do clube, José Francisco Manssur.
Além da cobertura das arquibancadas, a reformulação do Morumbi prevê a construção de um museu, de uma arena para shows e eventos para até 25 mil pessoas (aproveitando área existente atrás de um dos gols) e de um hotel.
São esses dois últimos empreendimentos que farão que a Andrade Gutierrez, parceira do clube no projeto, recupere investimento de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões e lucre.
A construtora, ou seus parceiros investidores, administrará a casa de shows por aproximadamente dez anos. Quanto ao hotel, os estudos sobre o tempo de cessão estão em fase preliminar. Nesse período, o São Paulo só receberá royalties sobre o espaço.
A expectativa do clube é que, com a nova arena, o número de eventos no Morumbi suba de dez para "20 ou 25 por ano", já descontando os jogos de futebol.
Neste ano, o faturamento do estádio teve a primeira retração desde 2003 --caiu de R$ 34,6 milhões para cerca de R$ 33 milhões.
"A cada evento, o estádio fica fechado por 10 a 12 dias. Agora, vai ter show na sexta e jogo no domingo", disse Manssur.

Segundo projeto apresentado ontem, as interdições na arena ao longo dos 18 meses previstos para a reforma serão parciais.
O objetivo é mantê-la disponível para os jogos e com capacidade para pelo menos 25 mil torcedores.
"Vamos tentar casar o único período de interdição total com as férias de futebol", disse o assessor da presidência do clube, José Francisco Manssur.
Além da cobertura das arquibancadas, a reformulação do Morumbi prevê a construção de um museu, de uma arena para shows e eventos para até 25 mil pessoas (aproveitando área existente atrás de um dos gols) e de um hotel.
São esses dois últimos empreendimentos que farão que a Andrade Gutierrez, parceira do clube no projeto, recupere investimento de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões e lucre.
A construtora, ou seus parceiros investidores, administrará a casa de shows por aproximadamente dez anos. Quanto ao hotel, os estudos sobre o tempo de cessão estão em fase preliminar. Nesse período, o São Paulo só receberá royalties sobre o espaço.
A expectativa do clube é que, com a nova arena, o número de eventos no Morumbi suba de dez para "20 ou 25 por ano", já descontando os jogos de futebol.
Neste ano, o faturamento do estádio teve a primeira retração desde 2003 --caiu de R$ 34,6 milhões para cerca de R$ 33 milhões.
"A cada evento, o estádio fica fechado por 10 a 12 dias. Agora, vai ter show na sexta e jogo no domingo", disse Manssur.

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