
O volante Fabrício, o zagueiro Edson Silva e o meia Maicon fizeram exames médicos e já assinaram contratos. O primeiro por três anos e os outros dois, por quatro temporadas. Porém, a ordem dada aos respectivos empresários (Reinaldo Pitta, Eduardo Uram e Alex Fabiano) é a mesma: somente o clube pode confirmar a contratação. E o Tricolor, por sua vez, adotou a tática do sumiço. Nem o vice de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e nem o diretor, Adalberto Baptista, estão atendendo os celulares.
- A ideia da diretoria é apresentar seis reforços. Ninguém vai falar nada até lá - afirmou uma fonte, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.
O quarto da lista, e que está com a situação bem encaminhada, é o zagueiro Paulo Miranda, que disputou o último Campeonato Brasileiro pelo Bahia. Haverá uma reunião entre João Paulo de Jesus Lopes e o empresário do jogador, Bruno Balsinelli, para acertar a última cláusula que está pendente. Como o atleta será emprestado de graça ao São Paulo, Balsinelli, que representa a empresa BWA, dona dos direitos do jogador, quer a possibilidade de que ele rescinda o contrato a qualquer momento mediante o pagamento de uma compensação. Já o Tricolor paulista quer que seja estipulado em contrato um tempo mínimo de permanência.
O quinto nome que interessa ao clube do Morumbi é o baixinho Osvaldo, que se destacou no Ceará no último nacional. No entanto, assim como com Montillo, o clube enfrenta uma verdadeiro leilão, já que outros clubes também querem o atleta que tem os direitos econômicos presos ao Al-Nasr, dos Emirados Árabes.
Corinthians, Palmeiras e Cruzeiro também procuraram o empresário do atleta, Gilmar Veloz, para discutir o assunto. O sexto nome é de um lateral-direito, cujo nome está sendo mantido em sigilo. O alvo era Bruno, do Figueirense. No entanto, quando os dirigentes foram atrás, ele já havia acertado tudo com o Fluminens