Médico do São Paulo inocenta Xandão, mas admite mancha na carreira do atleta
Fonte ESPN
6 de Dezembro de 2011
O zagueiro Xandão recebeu uma péssima notícia na última segunda-feira. O jogador do São Paulo foi pego no exame antidoping e está suspenso por 30 dias. Antes do jogo contra o Atlético-PR, ainda no aeroporto, o jogador teve uma conjuntivite infecciosa. Na ocasião, Xandão usou um medicamento, com consentimento do departamento médico do São Paulo. Portanto, José Sanchez, médico do clube, inocentou o atleta pelo ocorrido.

“É um assunto extremamente chato, lamentável, mas uma situação de completa inocência. É uma coisa difícil de explicar, a medicação é proibida por todas as vias, menos pela via tópica-oftalmológica (ou seja, via colírio, que foi a forma utilizada por Xandão)”, explicou o médico José Sanchez, em entrevista à Rádio Estadão ESPN.
“No manual (de antidopagem) nem dizem que há a necessidade de comunicação prévia, apenas o que é orientado é que se use a medicação e se coloque no relatório. Foi tudo feito dentro da regra e aconteceu isso. É lamentável, é uma coisa, claro, que mancha a carreira do atleta, o que é uma pena. E a instituição também, que sempre foi conhecida por valorizar a situação de antidopagem. O clube incentiva muito o controle e se vê envolvido em uma situação dessa, no meu modo de ver uma situação injusta”, lamentou.
Ainda de acordo com José Sanchez, o medicamento “absolutamente não traz nenhum ganho técnico”, e o São Paulo tem agora cinco dias úteis a partir desta terça-feira para enviar a defesa do caso.

“É um assunto extremamente chato, lamentável, mas uma situação de completa inocência. É uma coisa difícil de explicar, a medicação é proibida por todas as vias, menos pela via tópica-oftalmológica (ou seja, via colírio, que foi a forma utilizada por Xandão)”, explicou o médico José Sanchez, em entrevista à Rádio Estadão ESPN.
“No manual (de antidopagem) nem dizem que há a necessidade de comunicação prévia, apenas o que é orientado é que se use a medicação e se coloque no relatório. Foi tudo feito dentro da regra e aconteceu isso. É lamentável, é uma coisa, claro, que mancha a carreira do atleta, o que é uma pena. E a instituição também, que sempre foi conhecida por valorizar a situação de antidopagem. O clube incentiva muito o controle e se vê envolvido em uma situação dessa, no meu modo de ver uma situação injusta”, lamentou.
Ainda de acordo com José Sanchez, o medicamento “absolutamente não traz nenhum ganho técnico”, e o São Paulo tem agora cinco dias úteis a partir desta terça-feira para enviar a defesa do caso.
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