Leão "veta" biribol no São Paulo e diz que não engana o torcedor
Desde que o técnico chegou, os jogadores não fazem mais jogos de vôlei na piscina do CT
Fonte IG
19 de Novembro de 2011
Aos poucos, Emerson Leão vai dando sua cara ao time do São Paulo. Desde que chegou, já dirigiu o time em cinco oportunidades, sendo que conquistou apenas uma vitória, empatou outra partida e perdeu três vezes. De lá para cá, o comandante deixou claro que o momento não é de cobranças da sua parte, mas sim de motivação aos seus atletas.
"Temos um grande grupo de trabalho, bons jogadores, mas isso não basta. Precisamos mostrar dentro de campo. Continuamos a incentivá-los para que o eco das arquibancadas seja aplausos e não vaia. O torcedor pode ir no campo e cobrar o que sempre cobrou, que é vontade e transpiração. Capacidade, nem sempre nós temos", avaliou Leão.
Porém, se não é hora de pressionar seus atletas, o técnico já promoveu algumas mudança na rotina dos jogadores no CT da Barra Funda. Com Paulo César Carpegiani e Adilson Batista no comando, as atividades pós-jogos dos titulares se resumiam a brincadeiras e partidas de biribol (vôlei na piscina), independente se a equipe hava vencido ou perdido o duelo anterior. O que já não acontece desde que Leão chegou.
"Não estamos enganando o torcedor, trabalhamos todos os dias e não estamos jogando biribol. Que a torcida vá no campo e cobre o que sempre cobrou", disse Leão, confiante na boa resposta do seu grupo. "Temos que ter otimismo de que as coisas vão melhorar. Isso é meta profissional", comentou o técnico.
A primeira meta para a busca da Libertadores terá que ser atingida neste sábado, quando o São Paulo recebe o América-MG, no Morumbi. Depois de encarar os mineiros, o time de Leão terá Palmeiras e Santos pela frente, fechando o Brasileirão.
"O São Paulo não pode pensar em conquistar os nove pontos porque o adversário não estará completo, mas sim porque temos capacidade. O América-MG vem para conseguir a quarta vitória seguida. E por que não o São Paulo pode vencer? É altamente normal ganhar dois clássicos ou perder dois clássicos", finalizou o treinador.
"Temos um grande grupo de trabalho, bons jogadores, mas isso não basta. Precisamos mostrar dentro de campo. Continuamos a incentivá-los para que o eco das arquibancadas seja aplausos e não vaia. O torcedor pode ir no campo e cobrar o que sempre cobrou, que é vontade e transpiração. Capacidade, nem sempre nós temos", avaliou Leão.
Porém, se não é hora de pressionar seus atletas, o técnico já promoveu algumas mudança na rotina dos jogadores no CT da Barra Funda. Com Paulo César Carpegiani e Adilson Batista no comando, as atividades pós-jogos dos titulares se resumiam a brincadeiras e partidas de biribol (vôlei na piscina), independente se a equipe hava vencido ou perdido o duelo anterior. O que já não acontece desde que Leão chegou.
"Não estamos enganando o torcedor, trabalhamos todos os dias e não estamos jogando biribol. Que a torcida vá no campo e cobre o que sempre cobrou", disse Leão, confiante na boa resposta do seu grupo. "Temos que ter otimismo de que as coisas vão melhorar. Isso é meta profissional", comentou o técnico.
A primeira meta para a busca da Libertadores terá que ser atingida neste sábado, quando o São Paulo recebe o América-MG, no Morumbi. Depois de encarar os mineiros, o time de Leão terá Palmeiras e Santos pela frente, fechando o Brasileirão.
"O São Paulo não pode pensar em conquistar os nove pontos porque o adversário não estará completo, mas sim porque temos capacidade. O América-MG vem para conseguir a quarta vitória seguida. E por que não o São Paulo pode vencer? É altamente normal ganhar dois clássicos ou perder dois clássicos", finalizou o treinador.
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