Resgatado por Leão, Jean disputa sua 200ª partida pelo São Paulo
Fonte Gazeta Esportiva
19 de Novembro de 2011
Há pouco mais de um mês, Jean não era nada além de um ex-titular já sem espaço no elenco. Adilson Batista, contudo, foi demitido, e o polivalente jogador completará neste sábado, com Emerson Leão, contra o América-MG, no Morumbi, sua terceira partida consecutiva como titular. E a 200ª com a camisa do São Paulo.
A marca é atingida exatamente em um momento de sobrevida do volante de origem que também atua na lateral. Cobiçado por Cruzeiro e Grêmio, Jean, de 25 anos, tem a oportunidade de mostrar que ainda é o mesmo que, no primeiro semestre, ampliou seu vínculo com o Tricolor até 2016.
"Fico muito feliz de poder realizar 200 jogos em um clube como o São Paulo em tão pouco tempo. Espero ainda fazer muitas outras partidas com esta camisa", comemorou o atleta, que estreou no time profissional em clássico contra o Santos, em 2005, na Vila Belmiro. Desde então, 199 jogos, com 107 vitórias, 41 empates e 51 derrotas (61% de aproveitamento), e 11 gols.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Volante de origem que também atua na lateral, Jean tem sobrevida no clube após saída de Adilson Batista
Pela segunda vez, Jean luta para sobreviver na equipe que o formou. Ele foi emprestado para Penafiel, de Portugal, e Marília antes de voltar em 2008 para se tornar peça fundamental do São Paulo campeão brasileiro naquele ano. Agora, o jogador, na equipe do Morumbi desde 2002, fala como um exemplo.
"O segredo é não ter segredo. Sempre tive vontade e simplicidade dentro de campo. O jogador sempre quer jogar e aprendi muito isso com o Rogério [Ceni]. Muitas vezes, quando você quer jogar, passa por cima daquela dor que poderia te deixar de fora. Até hoje tenho esta vontade de vestir a camisa do São Paulo, que é muito grande", discursou.
Em campo, porém, ele terá que mostrar evolução no aspecto que complicou sua temporada: as finalizações. Jean foi culpado por parte da torcida nas eliminações no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil devido a gols perdidos. E Adilson, acusado até pelo presidente Juvenal Juvêncio de ouvir demais as arquibancadas, o sacou.
No último jogo, contra o Atlético-PR, o camisa 2 voltou a perder uma oportunidade clara. Mas crê que, com sua história, nada mais o atrapalhará. "Temos que saber esperar o momento certo e ter paciência para, quando chegar a sua vez, saber aproveitar e estar bem preparado para superar as adversidades. Jamais deixar de ser profissional, de trabalhar. Eu era novo quando cheguei e não ia para os jogos. Quando comecei a ir, não parou mais", falou o jogador, que atuará no meio-campo neste fim de semana.
A marca é atingida exatamente em um momento de sobrevida do volante de origem que também atua na lateral. Cobiçado por Cruzeiro e Grêmio, Jean, de 25 anos, tem a oportunidade de mostrar que ainda é o mesmo que, no primeiro semestre, ampliou seu vínculo com o Tricolor até 2016.
"Fico muito feliz de poder realizar 200 jogos em um clube como o São Paulo em tão pouco tempo. Espero ainda fazer muitas outras partidas com esta camisa", comemorou o atleta, que estreou no time profissional em clássico contra o Santos, em 2005, na Vila Belmiro. Desde então, 199 jogos, com 107 vitórias, 41 empates e 51 derrotas (61% de aproveitamento), e 11 gols.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Volante de origem que também atua na lateral, Jean tem sobrevida no clube após saída de Adilson Batista
Pela segunda vez, Jean luta para sobreviver na equipe que o formou. Ele foi emprestado para Penafiel, de Portugal, e Marília antes de voltar em 2008 para se tornar peça fundamental do São Paulo campeão brasileiro naquele ano. Agora, o jogador, na equipe do Morumbi desde 2002, fala como um exemplo.
"O segredo é não ter segredo. Sempre tive vontade e simplicidade dentro de campo. O jogador sempre quer jogar e aprendi muito isso com o Rogério [Ceni]. Muitas vezes, quando você quer jogar, passa por cima daquela dor que poderia te deixar de fora. Até hoje tenho esta vontade de vestir a camisa do São Paulo, que é muito grande", discursou.
Em campo, porém, ele terá que mostrar evolução no aspecto que complicou sua temporada: as finalizações. Jean foi culpado por parte da torcida nas eliminações no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil devido a gols perdidos. E Adilson, acusado até pelo presidente Juvenal Juvêncio de ouvir demais as arquibancadas, o sacou.
No último jogo, contra o Atlético-PR, o camisa 2 voltou a perder uma oportunidade clara. Mas crê que, com sua história, nada mais o atrapalhará. "Temos que saber esperar o momento certo e ter paciência para, quando chegar a sua vez, saber aproveitar e estar bem preparado para superar as adversidades. Jamais deixar de ser profissional, de trabalhar. Eu era novo quando cheguei e não ia para os jogos. Quando comecei a ir, não parou mais", falou o jogador, que atuará no meio-campo neste fim de semana.
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