Exceção a Rogério Ceni, o clube hoje não conta com jogadores com perfil de dar instruções, dirigir uma palavra de incentivo ou mesmo conversar com o treinador para indagá-lo sobre a escalação.

Neste domingo, sem o capitão de ofício, é uma boa oportunidade para os líderes enrustidos (caso exista) aflorem. Isso porque, na maioria das vezes, quando questionados sobre o tema, os são-paulinos dizem que o papel já é feito pelo camisa 1.
Mas não pode ser assim. É preciso dividir a função. Para isso, é necessário ter personalidade, querer ajudar e também lapidar o dom.