Leão foi a terceira opção
Fonte Diário de SP
26 de Outubro de 2011
Antes de anunciar oficialmente o retorno de Emerson Leão, o São Paulo tentou outros dois nomes: Dunga e Ney Franco.
Com Dunga, quase nem houve negociação. Tão logo demitiu Adílson Batista, o clube sondou o agente de Dunga e ouviu que o técnico do Brasil na última Copa do Mundo não pensa em trabalhar no país.
Depois, o São Paulo iniciou uma conversa com Ney Franco, que trabalha como auxiliar de Mano Menezes na seleção. A eliminação precoce do time sub-20 nos Jogos Pan-Americanos, na madrugada de ontem, ainda deu esperança de que Ney Franco pudesse desistir do emprego na CBF. Mas o alento acabou horas depois do jogo.
Paralelamente, o Tricolor iniciou uma negociação com Leão. Assim que Ney Franco descartou a oferta, o diretor de futebol Adalberto Batista bateu o martelo com Leão. Apesar de ser o plano C, o técnico chega com carta branca no Morumbi.
Bônus gordos
Leão relutou em assinar um contrato tão curto — o acordo termina em dezembro, com possibilidade de prorrogação por mais uma temporada. O São Paulo só conseguiu convencê-lo a topar o cargo tampão ao prometer prêmios gordos em caso de classificação à Libertadores e, principalmente, se ele conquistar o título do Brasileiro deste ano.
A perigo...
Conselheiros são-paulinos previam ontem, no Morumbi, que Casemiro e Cañete terão vida dura enquanto Leão estiver no comando. O volante é considerado mascarado demais, enquanto o meia deve sofrer pelo fato de ser argentino — Leão nunca escondeu sua aversão pelos “hermanos”.
...e mais perto
Já Diego Tardelli ganha força com a aparição de Leão. Em seu primeiro contato com a diretoria, o treinador disse que o atacante está encostado no Anzhi e tem vontade de retornar ao Brasil. Leão jura ser capaz de fazer Tardelli, revelado no próprio Morumbi, reeditar seus melhores dias em caso de retorno.
Com Dunga, quase nem houve negociação. Tão logo demitiu Adílson Batista, o clube sondou o agente de Dunga e ouviu que o técnico do Brasil na última Copa do Mundo não pensa em trabalhar no país.
Depois, o São Paulo iniciou uma conversa com Ney Franco, que trabalha como auxiliar de Mano Menezes na seleção. A eliminação precoce do time sub-20 nos Jogos Pan-Americanos, na madrugada de ontem, ainda deu esperança de que Ney Franco pudesse desistir do emprego na CBF. Mas o alento acabou horas depois do jogo.
Paralelamente, o Tricolor iniciou uma negociação com Leão. Assim que Ney Franco descartou a oferta, o diretor de futebol Adalberto Batista bateu o martelo com Leão. Apesar de ser o plano C, o técnico chega com carta branca no Morumbi.
Bônus gordos
Leão relutou em assinar um contrato tão curto — o acordo termina em dezembro, com possibilidade de prorrogação por mais uma temporada. O São Paulo só conseguiu convencê-lo a topar o cargo tampão ao prometer prêmios gordos em caso de classificação à Libertadores e, principalmente, se ele conquistar o título do Brasileiro deste ano.
A perigo...
Conselheiros são-paulinos previam ontem, no Morumbi, que Casemiro e Cañete terão vida dura enquanto Leão estiver no comando. O volante é considerado mascarado demais, enquanto o meia deve sofrer pelo fato de ser argentino — Leão nunca escondeu sua aversão pelos “hermanos”.
...e mais perto
Já Diego Tardelli ganha força com a aparição de Leão. Em seu primeiro contato com a diretoria, o treinador disse que o atacante está encostado no Anzhi e tem vontade de retornar ao Brasil. Leão jura ser capaz de fazer Tardelli, revelado no próprio Morumbi, reeditar seus melhores dias em caso de retorno.
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