Marcos (57) e Ricardo Silva (31), pai e filho, vieram exclusivamente devido à paixão pelo Tricolor. E não é a primeira vez. Eles já estiveram no Paraguai em 2008 e 2010 para jogos da Libertadores.

- Sempre que é possível a gente vem acompanhar o São Paulo nesses jogos próximos ao Brasil - explica Marcos.
Para saírem no meio da semana de trabalho, eles deixam a empresa que têm na capital paulista sob os cuidados do outro filho de Marcos, que não se interessa por futebol. Ricardo chegou trajando uma camisa do Tricolor e com tom otimista:
- Tem que acreditar, né? A fase não está boa, mas acreditamos sempre.
A delegação são-paulina chegou na noite de segunda-feira e fará um treinamento no local do confronto com o Libertad na tarde desta terça. Para avançar às quartas de final, o Tricolor pode até perder por um gol de diferença desde que balançe as redes adversárias, já que venceu por 1 a 0 no Morumbi, semana passada. Empate também garante a equipe do estreante técnico Emerson Leão. Derrota pelo menos placar leva para os pênaltis.
Alguns torcedores de organizadas também devem vir. Mas no acanhado Estádio Nicolás Leoz (capacidade para apenas 10 mil pessoas), o São Paulo já tem garantido ao menos dois torcedores nas arquibancadas.