Dinheiro não é problema para Luiz Felipe Scolari ir para o São Paulo. Pelo menos, para o treinador.
Aliados de Scolari contam que ele não vê problemas em reduzir seu salário, de R$ 700 mil, para um patamar compatível com o clube -em certo momento, chegou a dizer à diretoria palmeirense que dinheiro não é seu foco agora. A multa rescisória, que poderia ser outro empecilho, também não é assustadora: cerca de R$ 3 milhões.

Relação desgastada. Pesa ainda a favor do São Paulo a insatisfação do treinador com a diretoria palmeirense. Contratações prometidas não concretizadas são os pontos mais prejudiciais para a permanência de Scolari no Parque Antarctica.
Espera. No São Paulo, não está descartado manter Milton Cruz até o fim de 2011, quando Scolari se desligaria mais fácil do Palmeiras.
Para trás. O grupo investidor que pagaria uma quantia ao São Paulo para levar Dagoberto ao Inter em janeiro, antes do término de seu contrato, desistiu do negócio.
Alternativa. O clube gaúcho busca um outro financiador para viabilizar a contratação do atacante para o início do ano. Há ainda a possibilidade de assinar um pré-contrato com Dagoberto agora para levá-lo em abril.