"Seria uma decepção muito grande. Um clube como o São Paulo, acostumado a brigar por títulos, não pode se contentar com a Sul-americana", comentou Lucas, principal nome de um geração que ainda conta com Casemiro, Wellington, Bruno Uvini, Henrique e Henrique Miranda.
Para irem à competição continental que a torcida tanto gosta e disputarem o importante torneio pela primeira vez em suas carreiras, os garotos tentam ajudar a equipe a ficar entre os quatro primeiros colocados do Brasileiro ou ser campeã da Copa Sul-americana. E eles avisam: é possível garantir até o primeiro título dessa turma no time de cima.
Fernando Dantas/Gazeta Press

Maior revelação da base nos últimos anos, Lucas não conseguiu sustentar protagonismo em 2011
"Acredito nisso pela qualidade do time e individual no grupo do São Paulo. Está muito difícil, mas sabemos que ainda dá para chegar, não é impossível", incentivou Lucas, em uma busca particular para não ficar já marcado como atleta campeão só na base.
"Sou muito otimista. O que quero é lutar para jogar a minha primeira Libertadores no ano que vem. E desejo muito um título neste ano para ser campeão como profissional no São Paulo. Vamos mudar essa maré", projetou o jogador de 19 anos e 14 meses entre os profissionais.
Otimismo à parte, o meia-atacante também tenta tirar a pressão dos colegas mais jovens. "A responsabilidade não é toda da base. Se colocarmos todos da base, não conseguiremos os resultados. É uma mescla de jovens e experientes e ninguém joga sozinho. Se ganharmos o título, não vai ser só por causa da base. Se não ganharmos, também", argumentou.