"Vindo com a cabeça para ajudar o São Paulo, com vontade de vencer e conquistar título, não importa nem se é estrangeiro", opinou Lucas, que se recusa a definir quem é o comandante ideal para fazer dar certo um grupo de jogadores decantado no clube como um dos melhores do Brasil.

"Não temos que escolher. Qualquer que seja o perfil do técnico escolhido, durão ou tranquilo, vamos apoiar e correr do mesmo jeito", prometeu. "Todo jogador prefere quem o coloque para jogar. E, também, quem o coloca para jogar em sua posição."
Individualidades à parte, o meia-atacante, uma das principais esperanças de sucesso deste elenco, isenta todos os treinadores que o comandaram nestes 14 meses como profissional - incluindo Sérgio Baresi, hoje nas categorias de base do clube.
"Os três que passaram não ficaram porque os resultados não vieram. Isso atrapalha porque, quando estamos começando a nos entrosar, fechar o grupo, alguém vai embora", lamentou Lucas, ainda chateado por Adilson Batista, demitido no domingo.
"Sai um grande amigo nosso, competente. É triste, mas sabemos que futebol é assim. Em contrapartida, vem o Milton, que é muito competente e bacana. É o nosso treinador agora e temos que estar junto com ele, jogar pelo São Paulo para mudar a maré", afirmou.