"Não carrego o time nas costas nem sou o salvador da pátria", reclamou o jogador, que atuou pela primeira vez após ser titular da Seleção Brasileira nas vitórias sobre Costa Rica e México. Ficou dois jogos fora e reencontrou uma equipe em baixa.
"Todos caíram de rendimento. Quando o time não está bem, o individual não aparece. Todos estão devendo um pouco", argumentou o atleta de 19 anos, minimizando sua condição de recuperar o Tricolor apesar de tanta confiança. "Tudo que posso fazer é dar a minha contribuição."

Disposto a assumir uma culpa só se for de maneira coletiva, ele até diminui a responsabilidade de Adilson nesse mau período. "Não é função do técnico motivar a equipe. Não podemos esperar que ele faça isso para vencermos. É função de cada um. O grupo que precisa mudar isso e vencer", cobrou.
E essa proatividade tanto dele quanto do resto do elenco tem que ser eficiente o mais rápido possível. Já nesta quarta-feira, a equipe inicia sua participação nas oitavas de final da Copa Sul-americana, contra o LIbertad, no Morumbi, e volta ao seu estádio para enfrentar o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro.
A necessidade de colocar fim ao jejum de vitória é ressaltada por Lucas. "Ficar seis jogos sem vencer não é normal no São Paulo", apontou, visivelmente incomodado com a pior fase que vive no clube desde quando foi promovido aos profissionais, há 14 meses.