Time exalta gols de Dagoberto, mas confia: Luis Fabiano honrará 9
Fonte Gazeta Esportiva
12 de Outubro de 2011
Artilheiro do São Paulo na temporada, Dagoberto já fez 22 gols em 2011. Mesmo assim, elenco, comissão técnica e diretoria passaram os setes meses em que Luis Fabiano tratou lesão em tendão próximo ao joelho direito na expectativa de que o centroavante seria o camisa 9 que o time precisava. Dois jogos depois, o atacante não fez gol e ainda perdeu pênalti, mas mantém o status.
"O Dagoberto é o nosso matador, está fazendo bastante gol. Mas espero o primeiro gol do Luis Fabiano e o meu também", sorriu o sincero Wellington, que ainda não desencantou entre os profissionais.
Nas duas partidas em que contou com Luis Fabiano, o Tricolor teve redes balançadas por Dagoberto, tanto na reestreia do camisa 9, na derrota por 2 a 1 para o Flamengo em um Morumbi que recebeu público recorde neste Brasileiro, e no empate por 3 a 3 com o Cruzeiro em Minas Gerais, quando o camisa 9 fez um golaço e ainda deu assistência para Juan marcar - Luis Fabiano participou do tento de Cícero.
Washington Alves/Vipcomm/Divulgação

Luis Fabiano corre para abraçar Dagoberto: nos dois jogos do camisa 9, quem fez gol foi o artilheiro do time
Mas a sensação do grupo é que a contratação mais cara do futebol brasileiro no ano vai vingar. "O Luis Fabiano é o nosso camisa 9", definiu Juan. "Sabemos que tudo isso é normal porque ele ficou muito tempo parado. O Luis Fabiano está até me surpreendendo. Está solto, conseguindo jogar, tocando a bola, fazendo as jogadas", completou o lateral esquerdo.
Na semana que separou o desperdício do pênalti no empate com o Cruzeiro até o jogo desta quarta-feira, contra o Inter, na Arena Barueri, uma das tarefas assumidas pelos jogadores foi dar força ao astro. "O Luis Fabiano está muito bem, feliz e tranquilo. Ninguém gosta de perder pênalti, mas é um ídolo de todos nós. Veio para lutar e vencer", enalteceu Wellington.
Para aliviar a pressão sobre o centroavante, os atletas até minimizam o fato de Dagoberto ser uma raridade entre os atacantes que costumam balançar as redes no Tricolor, dando espaço para que atletas de posições mais defensivas façam gols. Até Juan, de 1,68m, marcou dois de cabeça neste Brasileiro.
"No São Paulo, há qualidade em todos os setores do campo. Isso ajuda para que todos cheguem, deem opção e façam gols", justifica o camisa 6, sem esconder a surpresa pelo seu feito. "As oportunidades apareceram e fiz os gols. É um pouco diferente, mas o importante é estar ali para ajudar o São Paulo a conquistar pontos, vitórias e comemorar títulos", encerrou.
"O Dagoberto é o nosso matador, está fazendo bastante gol. Mas espero o primeiro gol do Luis Fabiano e o meu também", sorriu o sincero Wellington, que ainda não desencantou entre os profissionais.
Nas duas partidas em que contou com Luis Fabiano, o Tricolor teve redes balançadas por Dagoberto, tanto na reestreia do camisa 9, na derrota por 2 a 1 para o Flamengo em um Morumbi que recebeu público recorde neste Brasileiro, e no empate por 3 a 3 com o Cruzeiro em Minas Gerais, quando o camisa 9 fez um golaço e ainda deu assistência para Juan marcar - Luis Fabiano participou do tento de Cícero.
Washington Alves/Vipcomm/Divulgação

Luis Fabiano corre para abraçar Dagoberto: nos dois jogos do camisa 9, quem fez gol foi o artilheiro do time
Mas a sensação do grupo é que a contratação mais cara do futebol brasileiro no ano vai vingar. "O Luis Fabiano é o nosso camisa 9", definiu Juan. "Sabemos que tudo isso é normal porque ele ficou muito tempo parado. O Luis Fabiano está até me surpreendendo. Está solto, conseguindo jogar, tocando a bola, fazendo as jogadas", completou o lateral esquerdo.
Na semana que separou o desperdício do pênalti no empate com o Cruzeiro até o jogo desta quarta-feira, contra o Inter, na Arena Barueri, uma das tarefas assumidas pelos jogadores foi dar força ao astro. "O Luis Fabiano está muito bem, feliz e tranquilo. Ninguém gosta de perder pênalti, mas é um ídolo de todos nós. Veio para lutar e vencer", enalteceu Wellington.
Para aliviar a pressão sobre o centroavante, os atletas até minimizam o fato de Dagoberto ser uma raridade entre os atacantes que costumam balançar as redes no Tricolor, dando espaço para que atletas de posições mais defensivas façam gols. Até Juan, de 1,68m, marcou dois de cabeça neste Brasileiro.
"No São Paulo, há qualidade em todos os setores do campo. Isso ajuda para que todos cheguem, deem opção e façam gols", justifica o camisa 6, sem esconder a surpresa pelo seu feito. "As oportunidades apareceram e fiz os gols. É um pouco diferente, mas o importante é estar ali para ajudar o São Paulo a conquistar pontos, vitórias e comemorar títulos", encerrou.
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