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Para acumular fôlego antes do início do desafio, os jogadores ganharam o domingo de folga graças à antecipação do confronto com o Cruzeiro, pelo Brasileiro, realizado na última quarta-feira, na Arena do Jacaré — o duelo terminou em 3 a 3.
“A antecipação desse jogo foi pensando ali na frente”, admite o técnico Adílson Batista, preocupado com o desgaste de seus atletas. “Teremos o Libertad, pela Copa Sul-Americana, e vai ser um jogo difícil. Então, o acúmulo será desgastante”, acrescenta o comandante
Por causa da agenda cheia, o Tricolor entrará em campo uma vez a cada três ou quatro dias. E a dura rotina começa nesta quarta-feira, a 32 km da capital, no duelo contra o Internacional, na Arena Barueri. O jogo precisou ser transferido do Estádio do Morumbi por conta da apresentação do músico Eric Clapton, no mesmo dia.
Depois, serão 926 km para enfrentar o Atlético-GO, no Serra Dourada, e dois jogos consecutivos no Morumbi: diante do Libertad-PAR, no primeiro duelo pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, dia 19, e contra o Coritiba, pelo Brasileirão, quatro dias depois.
A volta contra os paraguaios acontece no dia 26, a 1.372 km de casa, em Assunção. Apenas três dias antes do confronto com o Vasco, no Rio. A maratona tricolor vai terminar apenas em 16 de novembro, em Curitiba, contra o Atlético-PR. Antes, o São Paulo passa por Salvador para enfrentar o Bahia, no dia 5, e recebe o Avaí, uma semana depois,
no Morumbi.
Energia
“Vamos ter uma boa recuperação”, garante Adílson, pensando no duelo com o Internacional. Após o empate contra o Cruzeiro, uma vitória sobre o Colorado é fundamental. “A vitória será importante para voltarmos a encostar nos líderes”, ressalta o treinador.
Para esse jogo, o técnico não poderá contar com Denilson, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Lucas, que serve à seleção brasileira, também está fora, assim como Piris, cedido à seleção paraguaia.