Juvenal diz que futuro de Adilson será decidido após o Nacional
Fonte Folha.com
9 de Outubro de 2011
O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, não está satisfeito com o desempenho do time no Campeonato Brasileiro. O cartola afirma que o "day after" da competição será decisivo para o futuro do técnico Adilson Batista no clube.
A informação é da coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri.
"No mundo do futebol, o resultado conta. Mas nossa reflexão [da diretoria] é mais serena. Se você olhar para a praça, grandes nomes não vão tão bem. A nós, dirigentes, cabe decidir com a razão. Enquanto a bola rolar, nada será decidido", disse o presidente.

Jorge Araújo-27.mai.2011/Folhapress
Juvenal Juvêncio fala ao celular durante treino do São Paulo no CCT da Barra Funda
Ainda de acordo com a coluna, a oposição são-paulina afirma que a troca de Adilson Batista por um técnico mais experiente, com currículo extenso, seria mais uma jogada política de Juvenal. Alegam que sempre que o clube não vive bom momento, o presidente promove uma mudança desse gênero.
O dirigente se defende e diz que não precisaria fazer uma coisa dessas por razões políticas e que o clube praticamente não tem oposição. Exemplifica com a eleição de conselheiros vitalícios que foi aprovada quase por unanimidade, tendo somente dois votos em branco e um nulo.
Adilson Batista assumiu o São Paulo na 11ª rodada. Já comandou o time em 28 jogos e conseguiu 26 pontos. Atualmente a equipe ocupa a terceira colocação, com 47 pontos.
A informação é da coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri.
"No mundo do futebol, o resultado conta. Mas nossa reflexão [da diretoria] é mais serena. Se você olhar para a praça, grandes nomes não vão tão bem. A nós, dirigentes, cabe decidir com a razão. Enquanto a bola rolar, nada será decidido", disse o presidente.

Jorge Araújo-27.mai.2011/Folhapress
Juvenal Juvêncio fala ao celular durante treino do São Paulo no CCT da Barra Funda
Ainda de acordo com a coluna, a oposição são-paulina afirma que a troca de Adilson Batista por um técnico mais experiente, com currículo extenso, seria mais uma jogada política de Juvenal. Alegam que sempre que o clube não vive bom momento, o presidente promove uma mudança desse gênero.
O dirigente se defende e diz que não precisaria fazer uma coisa dessas por razões políticas e que o clube praticamente não tem oposição. Exemplifica com a eleição de conselheiros vitalícios que foi aprovada quase por unanimidade, tendo somente dois votos em branco e um nulo.
Adilson Batista assumiu o São Paulo na 11ª rodada. Já comandou o time em 28 jogos e conseguiu 26 pontos. Atualmente a equipe ocupa a terceira colocação, com 47 pontos.
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