Sem centroavante, Adilson busca alternativa para o ataque

Fonte Terra
Adilson Batista tenta usar treinos do São Paulo para adaptar time a jogar sem centroavante
Foto: Luiz Pires/ Vipcomm/Divulgação
Em três jogos sob o comando de Adilson Batista, o São Paulo fez seis gols, mas o próprio treinador repete que o time poderia ter marcado muito mais. Diante de tantas chances desperdiçadas, é inevitável lembrar que Luís Fabiano, contratado como solução para o ataque tricolor, ainda se recupera de sua segunda cirurgia nesta passagem pelo clube. Com isso, a tarefa do técnico é fazer com que a pressão de quem está fora não atrapalhe os que estão à sua disposição.
"Não tenho medo de fantasma. Acordo e agradeço a Deus por estar em um clube como o São Paulo. O Luís Fabiano volta daqui a pouco. Vamos ter paciência para ele cumprir todas as etapas do tratamento e se condicionar para estar apto a ajudar o São Paulo. Temos jogadores talentosos que procuram tirar a bola do goleiro. O importante é ter calma na hora de definir", disse o treinador.
Luís Fabiano tem como previsão mais otimista de estreia o mês de setembro e Willian José e Henrique devem ficar até o fim de agosto com a Seleção Brasileira na disputa do Mundial Sub-20. Assim, Adilson tenta resolver a falta de um homem de referência com atletas que nada têm a ver com a função de centroavante. Como Ademilson, artilheiro do Brasil no Mundial Sub-17, já voltou para a base, a alternativa é adaptar um dos atacantes de movimentação à função.
"É a característica dos jogadores. Só posso escalar Dagoberto, Fernandinho, Marlos ou Lucas. Em função disso, precisamos ter mais penetração em direção ao gol. Com calma, vamos consertar", afirmou Adilson, em pedido por paciência que, na prática, se torna uma improvisação como referência na frente.
Rivaldo, até por iniciativa própria, tem se portado como centroavante. "Temos o Rivaldo penetrando e até fazendo gol de cabeça no empate com o Atlético-GO, e o Cícero também pode fazer isso porque tem um ótimo tempo de bola", disse o comandante.
Adilson, porém, sabe que os dois meias não são especialistas da posição. Por isso, busca com poucos treinamentos um esquema diferente. Nas atividades no CT da Barra Funda, limita o número de toques na bola na frente e cobra movimentação para achar espaços principalmente em jogos no Morumbi, onde os adversários costumam se fechar.
"Há clubes que não têm centroavante e jogam bonito, fazem gols mesmo sem essa referência. O importante é saber onde o companheiro está e que a penetração ocorra na hora certa", disse.
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