Na quinta, Adilson tentará acabar com jejum como mandante no Brasileirão

Em cinco partidas, treinador conquistou dois empates e perdeu três vezes. Ele sabe que precisa vencer o Bahia para ganhar tranquilidade no Tricolor

Fonte Globo Esporte
3 de Agosto de 2011
Jogar como mandante no Campeonato Brasileiro tem sido um pesadelo para o técnico Adilson Batista. Até agora, foram cinco partidas (três no comando do Atlético-PR e duas no São Paulo) e nenhuma vitória. A derrota para o Vasco, no último domingo, acabou com a paciência de boa parte da torcida, que vaiou o comandante após a partida realizada no Morumbi. Vale lembrar que foi apenas a terceira partida do comandante que assumiu o lugar de Paulo César Carpegiani no Tricolor. O jejum incomoda o treinador, que não consegue ter tempo para passar sua filosofia de jogo aos atletas.

Treinador trabalha duro para fazer o São Paulo voltar a vencer no Morumbi (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)
- Sei que estou aqui para fazer o time vencer, jogar bem e marcar gols. Mas é difícil trabalhar com jogos às quartas e domingos. Quando se fala em prazo no Brasil, é obrigado a ver o calendário. Todos conhecem o meu trabalho e sei que o time pode render o que todos esperam - afirmou.
Veja no quadro abaixo o desempenho de Adilson Batista como mandante no Nacional
DATA ADVERSÁRIO PLACAR
29/05 Grêmio 0 x 1
12/06 Flamengo 1 x 1
25/06 Bahia 0 x 2
23/07 Atlético-GO 2 x 2
31/07 Vasco 0 x 2
Adilson sabe que, para ter paz, precisa ganhar do Bahia, quinta-feira, novamente no Cícero Pompeu de Toledo.
- Eu lamento termos desperdiçado pontos nesses jogos, mas isso já havia acontecido no Morumbi. É claro que eu gostaria ter encostado ou até ultrapassado o líder, e tivemos chance para isso. Mas acredito que na quinta-feira iremos presentear o torcedor. É importante jogar com a confiança do torcedor – lembrou Adilson.
A tarefa, na quinta-feira, não é fácil. O Bahia tem o mesmo aproveitamento de pontos conquistados em casa e como visitante (38%). Em suas três últimas apresentações longe de Pituaçu, conquistou dois empates (Avaí e Vasco) e perdeu para o Cruzeiro. É um time que dará muito trabalho, segundo o comandante são-paulino.
- O Bahia tem um grande treinador, o Ricardinho como organizador, o Carlos Alberto e o Jobson, que tem muita velocidade. É um time que joga melhor quando atua na casa do adversário e sai com rapidez da defesa para o ataque. É preciso ter atenção porque necessitamos da vitória e não podemos ser surpreendidos novamente – ressaltou.
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