Roth não vê a hora de virar tricolor
Um dos técnicos na mira do São Paulo, o gaúcho confessa estar empolgado com a chance de substituir Carpegiani no clube
Fonte Diário de SP
15 de Julho de 2011
Celso Roth foi campeão da Libertadores do ano passado pelo Inter, mas fracassou no Mundial de Clubes
O cargo de treinador do São Paulo pode cair no colo de Celso Roth. Ciente disso, o gaúcho não esconde que espera ansiosamente por uma proposta para ocupar o lugar deixado por Carpegiani há oito dias.
"Eu ficaria honrado em trabalhar no São Paulo. Os meus telefones estão disponíveis. É só ligar", disse ele, ao DIÁRIO.
Roth é um dos seis nomes na lista da diretoria. À frente dele estão Paulo Autuori, Dorival Júnior e Dunga. Mas o Tricolor está quase desistindo do trio. Os dois primeiros só sairiam de seus clubes mediante o pagamento de milionárias multas e o ex-técnico da seleção ainda não pretende voltar a trabalhar. Confira a entrevista com Roth:
DIÁRIO_ O São Paulo já lhe fez uma proposta oficial?
CELSO ROTH_ Ainda não fui procurado. Mas eu sei que o meu nome está na lista do São Paulo. Uma proposta deste clube tão importante seria muito interessante para mim.
O fato de você estar desempregado desde que foi demitido pelo Inter, em abril, facilita a sua contratação, não é?
Sim. Eu não tenho multa rescisória como outros técnicos. É um facilitador. Basta negociar salário e tempo de contrato.
Você já trabalhou no Palmeiras (2001) e no Santos (2002). Voltar para São Paulo é um dos seus objetivos?
Sem dúvida. Seria um grande prazer trabalhar no São Paulo e voltar a São Paulo, que é o coração deste país.
Curiosamente, você acabou eliminando o São Paulo na semifinal da Libertadores do ano passado, quando dirigia o Inter. Vai pagar uma dívida se for contratado pelo Tricolor?
Tomara que isso aconteça e eu pague essa dívida. Nos últimos anos, tive uma felicidade muito grande quando enfrentava o São Paulo. Mas eu sempre digo para os meus jogadores: o maior respeito que a gente pode demonstrar por um adversário é ganhar dele.
Por que você quer tanto trabalhar no São Paulo?
Porque o São Paulo tem uma história magnífica. Ele tem sido o maior clube brasileiro, em termos de vitórias e títulos, nos últimos tempos. O São Paulo é um exemplo de clube e possui uma estrutura fantástica. Qualquer jogador ou treinador tem vontade de trabalhar lá.
Ainda existe uma grande indecisão sobre quem será contratado para ocupar a vaga deixada pelo Carpegiani. Você consegue controlar a ansiedade por quanto tempo?
Eu tenho de aguardar o tempo que o clube achar necessário. Vou ficar na expectativa. No entanto, o São Paulo precisa desse período de reflexão. Eu acredito que, um dia, vou ser convidado pelo clube. Uma hora, isso vai acabar acontecendo e estou pronto.
O cargo de treinador do São Paulo pode cair no colo de Celso Roth. Ciente disso, o gaúcho não esconde que espera ansiosamente por uma proposta para ocupar o lugar deixado por Carpegiani há oito dias.
"Eu ficaria honrado em trabalhar no São Paulo. Os meus telefones estão disponíveis. É só ligar", disse ele, ao DIÁRIO.
Roth é um dos seis nomes na lista da diretoria. À frente dele estão Paulo Autuori, Dorival Júnior e Dunga. Mas o Tricolor está quase desistindo do trio. Os dois primeiros só sairiam de seus clubes mediante o pagamento de milionárias multas e o ex-técnico da seleção ainda não pretende voltar a trabalhar. Confira a entrevista com Roth:
DIÁRIO_ O São Paulo já lhe fez uma proposta oficial?
CELSO ROTH_ Ainda não fui procurado. Mas eu sei que o meu nome está na lista do São Paulo. Uma proposta deste clube tão importante seria muito interessante para mim.
O fato de você estar desempregado desde que foi demitido pelo Inter, em abril, facilita a sua contratação, não é?
Sim. Eu não tenho multa rescisória como outros técnicos. É um facilitador. Basta negociar salário e tempo de contrato.
Você já trabalhou no Palmeiras (2001) e no Santos (2002). Voltar para São Paulo é um dos seus objetivos?
Sem dúvida. Seria um grande prazer trabalhar no São Paulo e voltar a São Paulo, que é o coração deste país.
Curiosamente, você acabou eliminando o São Paulo na semifinal da Libertadores do ano passado, quando dirigia o Inter. Vai pagar uma dívida se for contratado pelo Tricolor?
Tomara que isso aconteça e eu pague essa dívida. Nos últimos anos, tive uma felicidade muito grande quando enfrentava o São Paulo. Mas eu sempre digo para os meus jogadores: o maior respeito que a gente pode demonstrar por um adversário é ganhar dele.
Por que você quer tanto trabalhar no São Paulo?
Porque o São Paulo tem uma história magnífica. Ele tem sido o maior clube brasileiro, em termos de vitórias e títulos, nos últimos tempos. O São Paulo é um exemplo de clube e possui uma estrutura fantástica. Qualquer jogador ou treinador tem vontade de trabalhar lá.
Ainda existe uma grande indecisão sobre quem será contratado para ocupar a vaga deixada pelo Carpegiani. Você consegue controlar a ansiedade por quanto tempo?
Eu tenho de aguardar o tempo que o clube achar necessário. Vou ficar na expectativa. No entanto, o São Paulo precisa desse período de reflexão. Eu acredito que, um dia, vou ser convidado pelo clube. Uma hora, isso vai acabar acontecendo e estou pronto.
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